Depois da derrota para o Athletic-MG por 2 a 1, domingo, em Minas Gerais, na estreia da Série B, o técnico da Ponte Preta, Rodrigo Santana, disse que a diretoria está no mercado em busca de reforços para qualificar o elenco. A mesmo tempo, admite estar focado no atual grupo, oferecendo rodagem, oportunidades e conhecendo melhor as características dos atletas em situação de jogo. Na estreia da Série B, ele fez mudanças na formação titular, mas a resposta não aconteceu dentro do esperado.
“A diretoria está atrás de nomes e a expectativa é conseguirmos reforços até o final da janela de transferência. A competição tem 38 rodadas e vamos precisar ter peças de reposição” comentou Santana, que, por outro lado, procura trabalhar com as alternativas que tem atualmente. Diante do Athletic, ele promoveu quatro mudanças, uma delas forçada em razão da saída do lateral direito Pacheco, que pediu a rescisão contratual em razão dos salários atrasados. Lucas Justen, que voltou recentemente de lesão, foi o substituto.
“A saída do Pacheco nos pegou de surpresa. Ela era o titular da posição”, reconheceu Santana, que avaliou a atuação de Justen. “Faltou ritmo de jogo para ele, mas lhe passamos confiança e acreditamos na sua evolução.” As demais mudanças foram as entradas de Murilo, Cafu e Brandão nas vagas de Rodrigo Souza, Baianinho e Elvis, respectivamente.
“Com o Murilo, tentamos melhorar a qualidade na saída de bola e na movimentação. Já o Brandão foi opção para, junto com o Pottker, termos dois homens de área, já que percebemos pelas nossas análises que o adversário tem dificuldades nos lances de bola parada. Com o Cafu, buscamos maior velocidade pelas beiradas.”
Sob o comando de Santana, a Ponte tem uma vitória e duas derrotas. Agora, o treinado terá praticamente uma semana para trabalhar o elenco em busca da reabilitação. Na quarta-feira (1), o adversário será o Ceará, às 21h, no Moisés Lucarelli.












