13 de junho de 2021
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Campinas

Dados de Campinas

Aniversário: 14 de julho

Prefeito: Dário Saadi (Repub)

Vice-prefeito: Wanderley de Almeida (PSB)

População estimada: 1.213.792 pessoas   (2020- IBGE)

Área Territorial: 794,571 km²   (2019- IBGE)

Densidade demográfica: 1.359,60 hab/km²   (2010 – IBGE)

Escolarização:  6 a 14 anos  – 96 %   (2010 – IBGE)

Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) – 0,805 (2010 – IBGE)

Mortalidade infantil – 8,88 óbitos por mil nascidos vivos (2017 – IBGE)

PIB Per Capital – 51.417,44 R$ ( 2018 – IBGE) 

Perímetro Urbano: 388,9 Km²

Área Rural: 407,5 Km²

Altitude: 680 metros acima do nível do mar

Coordenadas Geográficas: Latitude S 22°53’20” – Longitude O 47°04’40”

Distância da Capital do Estado: 100 Km

 

BREVE HISTÓRIA

A origem de Campinas remonta ao início do século XVIII, época em que o lugar era um pouso na rota São Paulo-Goiás e São Paulo – Mato Grosso, para entradas e bandeiras e depois para mascates, tropeiros, comerciantes e soldados. Esse local para descanso dos tropeiros, que utilizavam esse caminho entre as Vilas Jundiaí e Mogi-Mirim ficou conhecido como “Campinas do Mato Grosso” em razão da formação de três pequenos descampados ou “campinhos” em meio à mata. Da simples parada para repouso surgiu um povoado e depois um município que a partir da segunda metade do século XIX começou a adquirir sua identidade socioeconômica com o desenvolvimento da indústria açucareira, seguido da cultura do café.

A data oficial considerada para fundação da cidade de Campinas é 14 de julho de 1774, quando foi celebrada a primeira missa no lugarejo, apesar de ter sido elevada à categoria de cidade apenas em 1842. O desenvolvimento econômico, social e cultural da cidade lhe permitiu disputar no final do século XIX, a primazia com a capital do Estado. Apesar das crises cafeeiras, no início do século XX, Campinas já apresentava uma economia bastante consolidada, o que lhe possibilitou acompanhar as etapas seguintes do desenvolvimento econômico do país. A configuração da moderna base econômica de Campinas remonta aos anos 60, e especialmente após 1975, quando se iniciou o processo de gradativa desconcentração econômica no País, significando menores índices de participação da área metropolitana de São Paulo no valor da produção industrial. Com taxas de crescimento acima da média nacional ao longo das últimas décadas, o Interior de São Paulo se consolidou como o segundo maior aglomerado industrial do País, superado apenas pela área metropolitana de São Paulo. 

 

SÍMBOLOS MUNICIPAIS

Bandeira

Fundo branco, Escudo e letras em azul marinho, Emblema amarelo. A bandeira de Campinas foi criada por Ricardo Gumbleton Daunt, possui o fundo branco representando a pureza, o escudo e as letras em azul representando a lealdade. O centro do brasão é amarelo, representando a riqueza, onde está desenhada a imagem da fênix, símbolo da imortalidade do povo campineiro. Obedece a proporção estabelecida para bandeiras, de 14×20, quer dizer 14 módulos de altura por 20 de comprimento. A figura central (escudo) está fixado a 4 módulos e distando 5 módulos da extremidade (superior e inferior ). Foi aprovada oficialmente em 16/06/1.961 sob a lei n° 2.523, e promulgada em 26/06/1.961, pelo prefeito municipal em exercício Sr Miguel Vicente Cury. 

 

Brasão

O brasão de Campinas é formado por um escudo tendo ao centro uma fênix, ave mitológica, que simboliza o renascimento. O escudo é encimado por uma coroa mural com torres, símbolo da emancipação política. À esquerda está uma haste de cana-de-açúcar e à direita uma haste de café, plantas que formaram as primeiras fontes de renda de Campinas no início da sua história. Sob o escudo está uma faixa com a divisa em latim “Labore Virtude Civitas Floret” ou, em português, “No Trabalho e na Virtude a Cidade Floresce”. A curiosidade no brasão de Campinas, é a fênix que domina quase todo espaço do escudo central. No final do século XIX uma série de epidemias de febre amarela quase dizimou a população do município. Muitas pessoas emigraram, a cidade ficou desolada e a economia enfraqueceu. Aos poucos a epidemia foi sendo debelada e a vida voltou ao normal. Como símbolo desta época, a fênix foi inserida no brasão da cidade que originalmente, foi aprovado em dezembro de 1.889. 

Hino

Instituído pela Lei 7.945, de 27 de junho de 1.994, o Hino Oficial de Campinas é uma composição musical do maestro campineiro Antonio Carlos Gomes, com letra adaptada, provavelmente pelo próprio maestro, de um poema do jornalista Carlos Ferreira, retirado do livro Alcyones. Segundo Lenita Waldige Mendes Nogueira, pesquisadora que publicou diversos livros sobre o maestro Antonio Carlos Gomes, a composição foi resultado de um convite feito pelo Comendador Tórlogo Dauntré, através de uma carta enviada em 14 de fevereiro de 1885, ao músico, que se encontrava em Lecco, na Itália, para compor um hino a ser executado na inauguração da 1ª Exposição Regional de Campinas. A peça ficou conhecida como “Progresso”, primeira palavra entoada pelo coro, muito embora o próprio maestro a tenha intitulado como “Coro Triunfal Ao Povo Campineiro”. O hino foi executado pela primeira vez em 25 de dezembro de 1885, no palacete onde foi instalada a exposição, no centro de Campinas, com o envolvimento de cerca de 150 músicos, amadores e profissionais, além da banda de música. A Lei Municipal nº 11.999, de 16 de junho de 2.004 obriga a execução do hino oficial do Município de Campinas em toda solenidade municipal e pelo menos uma vez por mês nas escolas públicas municipais de nível fundamental.

Letra do hino

Progresso! Progresso!
Seja a nossa divisa.
Progresso! Progresso!
Seja a nossa divisa.
Porvir!
Das indústrias no enorme Congresso,
Precisamos galhardos agir.
Precisamos galhardos agir.
Progresso! Progresso!
Honra ao povo que sabe
Os louros da glória colher.
E co’a alma de luzes sedenta, sedenta,
A luz do trabalho vai colher!
Honra ao povo que sabe
Os louros da glória, da glória colher!
Honra ao povo que sabe
Os louros da glória colher.
Sabe os louros colher da glória.
Ao povo, ao povo que sabe,
Da glória, os louros colher!
Progresso! Progresso!
Seja a nossa divisa.
Progresso! Progresso!
Seja a nossa divisa.
Porvir!
Das indústrias no enorme Congresso,
Precisamos galhardos agir.
Precisamos galhardos agir.
Progresso! Progresso!
Honra ao povo que sabe
Os louros da glória colher.
E co’a alma de luzes sedenta, sedenta,
A luz do trabalho vai colher!
Honra ao povo que sabe
Os louros da glória, da glória colher!
Honra ao povo que sabe
Os louros da glória colher.
Sabe os louros colher da glória.
Ao povo, ao povo que sabe,
Da glória, os louros colher!
Progresso! Progresso!
Seja a nossa conquista porvir!
Progresso!

 

CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPINAS

VEREADORES LEGISLATURA 2021/2024

Arnaldo Salvetti (MDB)
Carlinhos Camelô (PSB)
Carmo Luiz (PSC)
Cecílio Santos (PT)
Débora Palermo (PSC) – (1ª vice-presidente)
Edison Ribeiro (PSL)
Eduardo Magoga (PODE)
Fernando Mendes (REPUB)
Filipe Marchesi (PSB)
Guida Calixto(PT)
Gustavo Petta (PCdoB)
Higor Diego (REPUB)
Jair da Farmácia (SDD)
Jorge Schneider (PL)
Juscelino da Barbarense (PL)
Luiz Cirilo (PSDB)
Luiz Rossini (PV) – (2º vice-presidente)
Major Jaime (PP)
Marcelo da Farmácia (AVANTE)
Marcelo Silva (PSD)
Mariana Conti (PSOL)
Marrom Cunha (SDD)
Nelson Hossri (PSD)
Otto Alejandro (PL)
Paolla Miguel (PT)
Paulo Bufalo (PSOL)
Paulo Gaspar (NOVO)
Paulo Haddad (CIDAD)
Permínio Monteiro(PSB)
Professor Alberto (PL)
Rodrigo da Farmadic (DEM)
Rubens Gás (DEM)
Zé Carlos (PSB) – (PRESIDENTE)

FONTES: Prefeitura de Campinas, Câmara Municipal de Campinas e IBGE

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