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Home Campinas - 250 anos

Motivos para amar Campinas – Educação e Cultura

Redação Por Redação
11 de julho de 2024
em Campinas - 250 anos
Tempo de leitura: 14 mins
A A
Unicamp é a 2ª melhor universidade do Brasil, aponta ranking

A universidade é um complexo educacional, de serviços e de saúde que fica na Cidade Universitária Zeferino Vaz, em Barão Geraldo - Foto: Divulgação

Um dos polos educacionais mais reconhecidos do País, por sediar grandes universidades, como a Unicamp, Campinas se destaca ao formar profissionais qualificados, de excelência para o mercado,  contribuindo para o desenvolvimento da região e de todo o Brasil. As escolas centenárias, como o Culto à Ciência, remetem às origens do município e seguem sendo símbolos de uma história de tradição e resistência. Na parte cultural, a cidade abriga muitos museus, centros culturais, feiras e eventos, com uma programação efervescente e dinâmica.

 

 

Sempre aparece nos rankings de prestígio entre as melhores universidades da América Latina – Foto: Thomaz Morostegan/Unicamp

 

Unicamp

A Unicamp foi oficialmente fundada em 5 de outubro de 1966, e, mesmo num contexto universitário recente, a universidade pode ser considerada uma instituição jovem que já conquistou forte tradição no ensino, na pesquisa e nas relações com a sociedade. Responde por 8% da pesquisa acadêmica no Brasil, 12% da pós-graduação nacional e mantém a liderança entre as universidades brasileiras no que diz respeito a patentes e ao número de artigos per capita publicados anualmente em revistas indexadas na base de dados ISI/WoS. A Unicamp conta com aproximadamente 34 mil alunos matriculados em 66 cursos de graduação e 153 programas de pós-graduação. Sempre aparece nos rankings de prestígio entre as melhores universidades da América Latina. A universidade fica na Cidade Universitária Zeferino Vaz, em Barão Geraldo.

 

Foto: Firmino Piton/PMC

Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas

A Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas foi a primeira instituição do gênero a surgir em uma cidade brasileira fora de capital de Estado. Foi criada, formalmente, em 6 de outubro de 1929, como Associação Symphonica Campineira. A Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas é uma das mais antigas do País em atividade. O concerto de estreia foi apresentado no dia 15 de novembro de 1929, sob regência do maestro Salvador Bove. Desde então, a orquestra encanta o público com obras de grandes compositores e privilegia o trabalho de artistas regionais.

 

Foto: Firmino Piton/PMC

Museu de Arte Contemporânea de Campinas – MACC

O Museu de Arte Contemporânea de Campinas José Pancetti (MACC) é uma instituição pública municipal voltada à conservação, estudo e divulgação da arte contemporânea brasileira. Fundado em 1965 e instalado desde 1976 no edifício que homenageia o artista plástico campineiro José Pancetti, junto ao Paço e à Biblioteca Municipal, foi reaberto recentemente para as celebrações dos 250 anos de Campinas. O MACC conta com um acervo diversificado entre pinturas, esculturas e objetos tridimensionais, obras sobre papel e instalações, entre outros. Localizado na Avenida Benjamin Constant, 1633, Centro. Horário de funcionamento de terça a sexta-feira das 9h30 às 17h e aos sábados das 10h às 14h.

 

Centro de Convivência Cultural: 1ª fase da reforma já foi entregue, mas há ainda muito a se fazer – Foto: Carlos Bassan/Divulgação PMC

 

Centro de Convivência Cultural

Inaugurado em 9 de setembro de 1976, foi projetado pelo arquiteto Fábio Penteado. Está fechado desde 2011, ano em que foi interditado por conta de problemas de manutenção e estruturais. Ele está em obras, com previsão de reabertura em 2025. O Complexo do Convivência tem área de 6 mil m². São 4 mil m² de área externa, onde fica o Teatro de Arena com capacidade para 3 mil pessoas. A área interna tem 2 mil m², com saguão, 6 salas (de espetáculo, de ensaio, técnica e administrativas), Teatro Luís Otávio Burnier, com 500 lugares (homenagem ao ator e diretor de teatro campineiro), 4 galerias e 10 camarins – 6 individuais e 4 coletivos.

 

Foto: Reprodução Facebook

Escola Culto à Ciência

Inaugurado em 12 de outubro de 1874, como uma escola particular para meninos, foi constituído através de uma associação civil sem fins lucrativos, nomeada Sociedade Culto à Ciência, onde parte dos membros fazia parte da Loja Maçônica Independência. Composta pelos fazendeiros, comerciantes e intelectuais da cidade, dentre eles estavam Antônio Pompeu de Camargo, Francisco Glicério, Campos Sales, Jorge Krug, Joaquim Bonifácio do Amaral, o Visconde de Indaiatuba, Joaquim Egídio de Souza Aranha, o Marquês de Três Rios, Cândido Ferreira, e o Barão de Atibaia. O nome da escola reflete a influência do positivismo de seus fundadores. Em 1890 a escola passou por uma crise e teve de fechar as portas até 1896, quando foi reaberta em 1897 sob a égide do governo de São Paulo como Ginásio Estadual, tendo sido o primeiro instituto oficial de ensino secundário de Campinas e o segundo do Estado. Até 1964, quando uma controversa reforma educacional foi promovida pelo Regime Militar, o Colégio Culto à Ciência era uma escola igualitária e de alta qualidade, frequentada tanto pela elite econômica e pela classe média. Atualmente a escola faz parte do sistema estadual de ensino, dentro da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo.

 

Foto: Divulgação

Museu do Café

Criado em 1996, tematiza a importância da economia cafeeira no desenvolvimento regional, sua influência sobre o perfil da população, seus modos de vida e trabalho. Tem como missão colecionar, conservar, expor, investigar, preservar, pesquisar e divulgar a história do café, sua influência no desenvolvimento socioeconômico e cultural do Brasil. Tem como função social contribuir para a compreensão da sociedade onde está inserido, atuar fora do território de sua sede, utilizar o museu como instrumento de intervenção e trabalhar com o poder da memória, colocando-o a serviço do público.

Foto: Divulgação

Escola Carlos Gomes

A Escola Complementar de Campinas foi criada pela Lei 861, de 14 de dezembro de 1902 e inaugurada em 13 de maio de 1903. Em 1911, ganhou o nome de Escola Normal Primária e, em 1920, começou a ser chamada de Escola Normal de Campinas. Recebeu o nome de Carlos Gomes no ano de 1936, em comemoração ao centenário do nascimento do compositor de ópera campineiro, reconhecido internacionalmente, principalmente pela obra “O Guarani”. Em 1942, recebeu o nome de Escola Normal e Ginásio Estadual Carlos Gomes, em 1951, passou a ser chamada de Instituto de Educação Carlos Gomes e, em 1976, foi denominada Escola Estadual de Primeiro e Segundo Graus Carlos Gomes e, em 1998, recebeu o nome de Escola Estadual Carlos Gomes, como é chamada atualmente. O prédio da escola é uma construção ao estilo da República Velha, projetado pelo arquiteto César Marchisio. Foi tombado em 13 de maio de 1982 pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico. Atualmente, a escola atende a 1500 alunos, desde o Ciclo I ao Supletivo.

 

 

Foto: Divulgação

Museu Dinâmico de Ciências

Instalado em 1982 no Parque Portugal, o museu foi gerido em cooperação com a Unicamp que, com a Prefeitura Municipal de Campinas, teve fundamental papel para sua concretização. Por meio de convênio assinado com aquela universidade, foi fundamentado o Centro de Ciências de Campinas que, posteriormente passou à denominação de Museu Dinâmico de Ciências de Campinas. O Museu Dinâmico de Ciências de Campinas é composto por 4 prédios: o Prédio principal (portão 7 do Parque Portugal) que é sede do planetário do município, denominado Planetário Prof. Romildo Póvoa Faria, e onde ocorrem exposições astronômicas e científicas; o Espaço de Convivência, onde acontecem recepções, exposições e eventos (previamente agendados); as Salas de Exposição destinadas a exposições de ciências e visitas escolares mediante agendamento prévio; e os Laboratórios, estruturas que visam ao ensino de ciências para o cotidiano. O acesso a esses três últimos é feito por meio dos portões 3 e 5. O Planetário, um dos destaques do museu, conta com uma cúpula de 8 m de diâmetro, pela qual os visitantes podem conferir o céu de qualquer parte do mundo, observando mais de 60 constelações e 3 mil estrelas. As sessões consistem em uma projeção do céu noturno, através do equipamento Zeiss Skymaster ZPK2, que engloba nosso Sistema Solar, constelações, planetas, meteoros, entre outros elementos do Espaço.

 

Foto: Divulgação

Teatro Municipal José de Castro Mendes

O Teatro Municipal “José de Castro Mendes”, reinaugurado em 05 de dezembro de 2012, é um importante espaço cultural de Campinas. Nele são realizados grandes espetáculos de teatro, de dança e de música, inclusive as apresentações de ópera com a participação a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas.  Tem capacidade de 760 lugares e possui palco em estilo italiano, em que a plateia fica de frente para o espetáculo. Tem, como apoio, 7 camarins individuais e 2 camarins coletivos, além de seus bastidores. Essa dinâmica propicia ao corpo de artistas que se apresentam uma boa movimentação além de conforto. O teatro conta ainda com 3 grandes salas para ensaios, tornando-o adequado tanto a espetáculos de grandes proporções quanto a apresentações com características mais intimistas.

 

Foto: Divulgação

Ilum Escola de Ciência

A Ilum se propõe a fazer algo inédito no Brasil, com abordagem interdisciplinar, em tempo integral, valorizando a ética na pesquisa: formar cientistas com um projeto pedagógico integrador e consistente, ancorado por um ambiente que estimula o aperfeiçoamento. Logo no primeiro semestre, os alunos já vivem uma experiência integrada de imersão nos Laboratórios do CNPEM e conhecem de perto a experiência dos cientistas em ação, com palestras de pesquisadores e aulas magnas, com a oportunidade de colocar em prática tudo que aprenderam em sala de aula. Os estudantes aprendem a manusear equipamentos de última geração, testar a teoria por meio de aulas práticas e interagir com cientistas que atuam em pesquisas avançadas permitem uma formação precoce do aluno, que sai para o mercado de trabalho preparado para atuar em pesquisa, seja em laboratórios ou na universidade.

 

Foto: Reprodução Facebook

Centro Cultural Casarão

O Centro Cultural Casarão é um espaço público que, desde 2011, tem experimentado a gestão compartilhada entre um coletivo da sociedade civil e a Secretaria Municipal de Cultura de Campinas. O Casarão, como é conhecido pela comunidade artística, é fruto de uma doação à Prefeitura de Campinas, na gestão do Prefeito Antonio da Costa Santos (Toninho), em 2005, como contrapartida para o loteamento do seu entorno. No mesmo ano da doação, o Centro Cultural Casarão passa, oficialmente, a atuar com a finalidade de promover cultura acessível e descentralizada na cidade de Campinas, funcionando ainda como um esteio para a cultura popular e a preservação da infância e do brincar do município. Sua área de 14 mil m2, que pertencia a uma fazenda de cana-de-açúcar, é composta por três construções de características coloniais – a Casa Central (cozinha, sala de artes e brinquedoteca), a Casa das Árvores (sala de oficinas, aulas e ensaios) e a Tulha (Sala de Espetáculos), além de um amplo jardim onde ocorrem diversas atividades abertas ao público, ensaios e festejos da cultura popular e do patrimônio do brincar. No seu entorno, há uma área de preservação permanente com mata em regeneração e um grande lago com água limpa, uma raridade na cidade de Campinas.

 

Foto: Divulgação

MIS Campinas

Fundado em 1975 e sediado no Palácio dos Azulejos, um das edificações históricas mais importantes da história da cidade, o Museu da Imagem e do Som é uma instituição que desde sua criação vem preservando e difundindo um importante acervo de memória audiovisual da cidade de Campinas, com centenas de equipamentos de produção e reprodução de imagens e sons. Abrangendo áreas de Vídeo e Áudio, Fotografia, Música, Cinema, Objetos Tecnológicos e Educação Patrimonial, acompanha a tendência geral que os museus ocupam atualmente na sociedade, que é a de atuar como microcosmo social e possibilitar conhecimento à sociedade por meio da valorização de múltiplas atividades. Em maio deste ano o MIS ganhou uma sala expositiva inédita e permanente dedicada a Hercule Florence, responsável pela descoberta isolada da fotografia.

 

Foto: Divulgação

Fundação Educar

Atua com educação para a cidadania como estratégia de transformação social. Seus projetos – divididos nos eixos “Educar Para o Protagonismo”, “Educar Para Ler”, “Educar Para Empreender”, “Cooperar com o Social” e “SER Educar” – visam garantir que as pessoas se reconheçam como protagonistas de suas vidas e comunidades, desenvolvam habilidades e se tornem verdadeiras agentes de mudança para um futuro melhor. O projeto “Leia Comigo!”, um programa de incentivo à leitura criado pela Fundação no ano 2000, já distribuiu gratuitamente cerca de 50 milhões de livros em todo o Brasil, buscando instigar o prazer pela leitura e democratizar o acesso aos livros. A instituição oferece acesso gratuito ao seu acervo literário em seu site, onde os interessados podem ler as publicações on-line. Contações de histórias dos títulos estão disponíveis no canal do YouTube da Fundação. Para ampliar ainda mais o acesso à leitura,  está lançando audiolivros com audiodescrição.

Foto: Divulgação

Museu da Cidade

Inaugurado em 3 de abril de 1992, no edifício da empresa Lidgerwood Manufacturing & Co., exemplar emblemático da industrialização propiciada pela economia cafeeira, funcionou no local até 2016. Resultou da fusão entre os museus Histórico, do Índio e do Folclore, que funcionavam no Bosque dos Jequitibás, a partir de concepções museológicas mais contemporâneas, dinâmicas e integradoras, voltadas para a valorização da diversidade cultural. Oferece exposições, pesquisa, programação educativa e cultural. Atualmente está funcionando no espaço cultural Casa de Vidro, no Taquaral.

Foto: Reprodução/Facebook

 

Espaço Cultural “Maria Monteiro”

Também conhecido como Centro de Convivência Cultural da Vila “Padre Anchieta”, o Espaço Cultural “Maria Monteiro” possibilita a realização das mais variadas atividades. Com capacidade para 176 pessoas, sua Sala de Espetáculos, o Teatro “Padre Pedro Dingenouts”, possui palco em estilo italiano, em que a plateia fica de frente para o espetáculo. Como apoio, a Sala conta com 2 camarins coletivos. Além da Sala de Espetáculos, o Espaço Cultural “Maria Monteiro” conta com um Salão Social que comporta até 500 pessoas. Nele é possível realizar festivais de dança, oficinas, festas e outros eventos similares.

 

Foto: Martinho Caires/Divulgação

Centro de Ciências, Letras e Artes (CCLA)

O Centro de Ciências, Letras e Artes (CCLA) foi fundado em 31 de outubro de 1901 por um grupo de cientistas, artistas e intelectuais que decidiram criar uma instituição em que pudessem se reunir para o estudo e a produção de atividades científicas e artísticas. O pioneirismo da ideia, notável em termos do Brasil do século passado, e a conciliação com os ideais positivistas e republicanos vigentes no período, ressaltam a importância da cidade de Campinas naquele momento. Durante as primeiras décadas do século 20, pela própria ausência de um órgão de Estado dedicado exclusivamente à cultura, o CCLA reuniu e promoveu grande parte das produções culturais da cidade. O CCLA conta hoje com uma biblioteca de 150.000 volumes, uma Pinacoteca e dois museus, dedicados ao Maestro Carlos Gomes e a Campos Sales. Conta também com galeria de arte, Sala de Leitura, Vitrine Cultural e Auditório para 220 pessoas. O auditório já cedeu seu palco para espetáculos como o Monólogo de Procópio Ferreira e para a apresentação de artistas como Regina Duarte, entre outros de repercussão nacional e internacional.

 

Foto: Divulgação

Academia Campineira de Letras

A Academia Campinense de Letras (ACL) tem por finalidade a cultura da língua portuguesa, o apreço à literatura nacional e a defesa do patrimônio cultural da nação, em especial da região de Campinas. É composta por 40 cadeiras de acadêmicos de caráter vitalício, seguindo os moldes da Academia Brasileira de Letras, congregando intelectuais e literatos da terra campinense com o objetivo de promover as letras, incrementar a cultura e cultuar a história da cidade de Campinas. A ACL disponibiliza sua sede ao público geral e aos intelectuais congregando diversas entidades culturais que dela se servem para seus eventos, como a Academia Campinense Maçônica de Letras, o Centro de Poesia e Artes de Campinas (CEPAC), Casa do Poeta, além da programação da própria Academia que se diversifica em palestras mensais proferidas por acadêmicos ou convidados, regularmente complementadas por apresentações musicais, premiações de artistas destacados, o mais das vezes, expositores da galeria de artes Lelio Coluccini, a qual permanentemente abre-se à comunidade de artes plásticas campinense para suas mostras e eventos.

Foto: Arquivo

Feira Cultural do Centro de Convivência de Campinas

Feira Cultural do Centro de Convivência de Campinas “Praça Imprensa Fluminense”. Conhecida como Feira Hippie, teve seu início em 1973, no Largo das Andorinhas, por pessoas que se identificavam com aquele movimento. Ao longo dos anos, ela ganhou outros contornos, abrindo espaço para diversas formas de manifestação cultural. São dezenas de barracas com artesanatos diversos, roupas, acessórios, sapatos, dentre outros, além da parte gastronômica e musical. Procurando preservar um pouco da história da Feira, a Administração Pública reserva para o artesão nômade um espaço especifico na Praça Imprensa Fluminense, já que ele, simbolicamente, representa a origem da Feira. Sem a iniciativa e participação dos então hippies, não se pode afirmar que hoje haveria um espaço destinado aos artesãos e outras categorias para comercializarem seus produtos.

Foto: Divulgação

PUC-Campinas

É a mais antiga universidade do interior paulista, e a segunda maior da cidade de Campinas. Está classificada entre as melhores universidades privadas do país, integrando programas de pós-graduação e cursos de graduação em todas as áreas de conhecimento. A história da universidade iniciou-se em 7 de junho de 1941, quando nasceu a sua primeira unidade – a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Em 1952, a Diocese de Campinas adquiriu o antigo solar que foi propriedade de Joaquim Policarpo Aranha, o barão de Itapura, doado por sua filha Isolethe Augusta de Sousa Aranha. Um dos expoentes da política e da agricultura campineira durante o chamando Ciclo do Café no século XIX, o “Pátio dos Leões”, atualmente parte do Campus Central, foi o local onde a universidade nasceu. Em 1955, a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras passou a ser Universidade Católica, reconhecida pelo Conselho Federal de Educação. O título de Pontifícia foi concedido pelo Papa Paulo VI em 1972. Atualmente, a PUC-Campinas possui três campi, todos localizados em Campinas.

 

Foto: Levi Macedo/Divulgação

Instituto Anelo

O Instituto Anelo oferece aulas de música gratuitamente no Distrito do Campo Grande em Campinas. Com quase 25 anos de existência, a entidade atende atualmente 900 alunos anualmente e já beneficiou, ao longo de mais de duas décadas, mais de 10 mil pessoas. Tendo seu início marcado pelo trabalho voluntário, instrumentos doados e muitos desafios, a entidade hoje atua com recursos provenientes de leis de incentivo, doações de pessoa física e contribuição de comerciantes do bairro.

 

 

Foto: Reprodução/IAB Campinas

Colégio Progresso

Um dos mais antigos colégios de Campinas, foi fundado em 1900, por um grupo de cafeicultores que queriam garantir às filhas acesso à formação de excelência, sem que para isso, precisassem ficar distantes de suas casas e famílias, o Colégio Progresso caracterizou-se como uma escola forte desde a sua criação e logo, além da população campineira, passou a atender também as famílias dos grandes cafeicultores do Brasil, firmando-se como referência de colégio interno para meninas, leigo e progressista. Daí o nome, Progresso. O prédio da escola, no Cambuí, teve projeto elaborado em 1915, pelo engenheiro arquiteto Henrique Fortini (ou Enrico Fortini), profissional que também realizou modificações na Casa de Saúde de Campinas.

 

Foto: Divulgação

Colégio Liceu Salesiano

Faz parte da Rede Salesiana de Escolas, maior rede católica de educação das Américas, que congrega cerca de 5 mil educadores e 85 mil alunos, da Educação Infantil ao Ensino Médio, em mais de cem escolas. A integração em Rede garante uma qualidade única em todo o país, que é colocada em prática valorizando o que há de particular em cada região brasileira e na história dos colégios. Em Campinas, a escola foi construída em terras doadas pelos Barões Geraldo de Resende e Francisco e Amélia Bueno de Miranda e inaugurado em 25 de julho de 1897, com o prédio inacabado.

 

Foto: Reprodução

Facamp

A Facamp foi fundada em 1999 pelos acionistas  João Manuel Cardoso de Mello, Liana Aureliano, Luiz Gonzaga Belluzzo e Eduardo da Rocha Azevedo, profissionais de alto reconhecimento em seus segmentos, que uniram a experiência acadêmica e a prática empresarial bem-sucedida para fundar um centro universitário privado de excelência. O campus universitário tem 100 mil metros quadrados, situado em ampla área verde, com mais de 1.000 árvores, de 15 espécies nativas; espaços de convivência universitária; salas de aula térreas; núcleos de pesquisa e laboratórios.

 

Foto: Eduardo Lopes/Divulgação PMC

Museu de História Natural

O Museu de História Natural situa-se no Bosque dos Jequitibás, reserva florestal de Mata Atlântica nativa, que também abriga um zoológico. O museu apresenta fauna e flora brasileira, com ênfase nos principais ecossistemas. O Museu tem por objetivo difundir conhecimentos sobre a fauna e a flora e promover a sua conservação, bem como desenvolver programas de Educação Ambiental. Atualmente, o Museu, junto com a Casa dos Animais Interessantes e o Aquário Municipal, possui um acervo de mais de 5.000 peças, incluindo mamíferos, aves, répteis, peixes, insetos e invertebrados.

 

Foto: Divulgação

São Leopoldo Mandic

A Faculdade surgiu há mais de 30 anos graças à visão inovadora e determinação de um grupo de cirurgiões-dentistas ao fundar um Centro de Estudos dedicado à ampliação do conhecimento e ao fomento do ensino na área odontológica. O Centro de Estudos evoluiu para o Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic, com a oferta de cursos de Aperfeiçoamento e Especialização reconhecidos pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO). Um ano depois, a Faculdade passou a oferecer Mestrado Acadêmico e Doutorado, ambos reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A excelência do seu corpo docente, de seu programa e de suas instalações e laboratórios de pesquisa, aliada às excelentes avaliações recebidas da Capes, transformou a Mandic em um polo de atração de alunos de todo o Brasil e do Exterior.

 

 

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Campinas, 250 Anos

 

 

 

Tags: Campinas 250 anosculturaEducaçãoHora Campinasmotivos para amar
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