O último final de semana marcou as celebrações em memória da morte de um dos maiores políticos brasileiros: José Roberto Magalhães Teixeira. Ele nasceu em Andradas, Sul de Minas Gerais, e era formado em odontologia pela PUC-Campinas.
Mas foi na politica que fez história, sendo responsável por programas e políticas públicas de total interesse social, referência para os projetos que hoje estão implementados nas três esferas de poder.
Articulado e homem do diálogo, representou em sua essência um modelo de política que buscava as soluções por meio do entendimento, jamais usando bravata ou arroubos populistas. Deixou saudades em uma legião de fãs. Na sociedade e na política.
Grama, como era conhecido, participou da fundação do PSDB, em junho de 1988.
Ele foi prefeito de Campinas duas vezes (de 1983 a 1988 e de 1993 a 1996) e uma vez vice-prefeito de 1979 a 1982. Magalhães Teixeira também foi deputado federal, suplente de senador e secretário municipal de Cultura e Esportes.
Uma missa no Santuário Arquidiocesano Igreja do Menino Jesus de Praga, no Cambuí, em Campinas, reuniu amigos e familiares, entre eles o filho Henrique e a viúva Thereza Christina. O deputado Carlos Sampaio foi um dos que marcaram presença.
O nome Magalhães Teixeira está eternizado não só na gestão administrativa como em equipamentos públicos, como o Anel Viário Magalhães Teixeira, que liga a D.Pedro I à Anhanguera, entre outros espaços.
A história de Grama está memorizada em livro escrito pelo jornalista Luiz Guilherme Fabrini, secretário de Comunicação da Sanasa.














