A cantora e compositora Letícia Zuppi apresenta ao público o single “Pra Respirar: Como eu e você”, uma música que celebra a mulher que não tem medo de expor seus sentimentos, que vive o amor de forma inteira e não hesita em externá-lo — mesmo quando ele se apresenta como lembrança, espera ou mistério. A música está disponível nas principais plataformas (Spotify, YouTube Music, Amazon Music, Apple Music, Deezer, entre outras) e o clipe oficial pode ser encontrado no YouTube.
A versão acústica traz Alexandre Palma ao piano e Gustavo Arruda no sax, com direção musical de Fernando Madeira e João Domeni. A filmagem e a edição são assinadas pela Volume Um Produções.
“Pra Respirar: Como eu e você” mergulha em uma atmosfera praiana e contemplativa.
A letra constrói imagens que transitam entre o passado e o presente, sem revelar completamente se a personagem está lembrando um amor vivido, esperando alguém que ainda vai chegar ou simplesmente confidenciando sua história ao mar. A narrativa não se fecha — e é justamente essa abertura que convida o público a se reconhecer na canção.
A mulher retratada por Letícia não teme a vulnerabilidade. Ela se permite lembrar, se permite sentir, se permite amar — seja esse amor revelado ou guardado em silêncio. É uma personagem que transforma suas memórias em força e que encontra no mar um espelho de sua própria profundidade.

Solidão poética
Gravado na praia de Indaiá, na Riviera de São Lourenço (SP), o clipe oficial reforça o simbolismo da música. Nas imagens captadas por drone, Letícia aparece sozinha, em um cenário quase intocado, ampliando o paralelo entre solidão e introspecção.
O mar é pano de fundo e personagem ao mesmo tempo: é para ele que a cantora estende as mãos, como quem entrega lembranças e recebe bênçãos. A atmosfera visual mistura contemplação, melancolia e esperança — elementos que dialogam com a essência da composição.
Construção sonora
A música foi lapidada ao longo do tempo, em um processo cuidadoso de construção artística. Os arranjos e a direção musical ficaram a cargo de Alexandre Palma, que trabalhou ao lado de sua companheira, Luccie, na pesquisa de timbres e instrumentos capazes de traduzir a atmosfera nostálgica e praiana da canção.
A produção buscou sonoridades que evocassem simplicidade, natureza e emoção.
O som das ondas abre e encerra a faixa, criando uma experiência sensorial que envolve o ouvinte. Elementos sutis trazem uma sensação quase mágica, permitindo múltiplas interpretações — cada pessoa recebe a música de acordo com sua própria história. A proposta artística privilegia uma estética mais acústica e intimista, valorizando a força da letra e a interpretação vocal.












