O Santíssimo Resort confirmou investimento de R$ 100 milhões para implantação de sua primeira unidade em Santo Antônio de Posse, na Região Metropolitana de Campinas, com plano de expansão que poderá chegar a aproximadamente 1.000 unidades habitacionais em até 15 anos. O empreendimento será apresentado oficialmente no próxima quinta-feira, 19, em evento no próprio local do futuro complexo turístico.
A iniciativa do Grupo Resende Barbosa marca a expansão da marca, que já possui operação consolidada em Tiradentes (MG), e prevê um plano de desenvolvimento gradual ao longo dos próximos anos. O projeto foi estruturado para ser implantado em etapas e poderá alcançar cerca de 1.000 unidades habitacionais conforme o avanço das fases de implantação e a evolução da demanda turística na região.
Na primeira fase, o resort contará com 102 apartamentos, além de áreas integradas de lazer, gastronomia e convivência. A capacidade inicial será superior a 500 hóspedes simultaneamente.
A escolha de Santo Antônio de Posse para receber o projeto leva em consideração a proximidade com importantes polos econômicos da RMC, além da infraestrutura logística da região e do potencial de crescimento da demanda turística no Interior paulista.
Com parque industrial em desenvolvimento e expansão, Santo Antônio de Posse é um município que terá forte impacto econômico e de empregos com a chegada do resort. Sua inauguração poderá mudar o rumo da economia local. Fica em Posse, por exemplo, o Veiling Holambra, o mais completo centro comercial e logístico do mercado nacional de flores e plantas.
Previsão
A previsão é que o resort receba cerca de 50 mil visitantes por ano na fase inicial, ampliando a circulação econômica na região e fortalecendo a arrecadação municipal.
“A Região Metropolitana de Campinas combina densidade econômica, logística estruturada e fluxo corporativo consistente. Esse conjunto cria base sólida para hospitalidade regional de maior padrão”, afirma Lúcio Flávio Resende Barbosa, diretor do Santíssimo Resort.

Operação planejada
O modelo de funcionamento do resort foi estruturado para reduzir a sazonalidade comum ao turismo de lazer, um dos principais desafios da hotelaria voltada para esse público. A expectativa é que cerca de 70% da receita venha do turismo familiar, principalmente de visitantes que viajam dentro do próprio estado de São Paulo.
Os outros 30% devem vir do mercado corporativo e de eventos, com a implantação de um Centro de Convenções prevista para a segunda fase do projeto.
De acordo com a direção do empreendimento, a diversificação de públicos é considerada essencial para garantir estabilidade financeira ao longo de todo o ano.

Expectativa de faturamento
As projeções indicam que o resort poderá alcançar ocupação média de 50% já no primeiro ano de funcionamento, com diária média estimada em cerca de R$ 2.100.
Após a consolidação da primeira fase, o faturamento anual do empreendimento poderá ultrapassar R$ 40 milhões, impulsionado pela combinação entre turismo regional, eventos e hospedagem corporativa.
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