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Home Opinião

Artigo: Combate ao sedentarismo em profissionais de saúde – por Cynthia Herrera

Redação Por Redação
25 de março de 2025
em Opinião
Tempo de leitura: 3 mins
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Artigo: Combate ao sedentarismo em profissionais de saúde – por Cynthia Herrera

Foto: Freepik

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são consideradas fisicamente ativas pessoas que praticam, minimamente, por semana, 150 minutos de atividade física de moderada intensidade (por exemplo, caminhada).

Praticar atividade física de forma regular é um importante fator de prevenção e controle de diversos problemas de saúde, sem contar os efeitos benéficos em relação a preservação do bem-estar físico e boa saúde mental, bem como a redução do risco de mortalidade precoce.

O sedentarismo, por outro lado, aumenta o risco de desenvolver condições crônicas não transmissíveis, tais como doenças cardíacas, cerebrovasculares, diabetes, obesidade, diversos tipos de cânceres e demência, situação especialmente preocupante se considerarmos o progressivo envelhecimento da população.

Embora a população, no geral, reconheça que há benefícios na prática de atividade física para a saúde, na prática boa parte das pessoas é sedentária. Segundo dados de 2022, no continente americano 36% da população adulta é sedentária. No Brasil, esse índice é de 40% (45%, se consideradas apenas as mulheres). O índice é maior do que o observado em outros países sul-americanos, como Argentina e Bolívia.

Paradoxalmente, entre os profissionais da saúde, que são pessoas tecnicamente treinadas para promover boas práticas em Saúde, a prevalência de sedentarismo é maior do que a média observada na população geral. Este fenômeno tem sido observado em vários países.

No Brasil, encontra-se ao redor de 48%, ou seja, acima da média da população geral, sendo significativamente maior entre mulheres e entre profissionais de enfermagem.

Nesse público, manter um estilo de vida ativo é especialmente importante ao se considerar que as demandas físicas específicas inerentes ao trabalho assistencial na saúde que frequentemente envolvem situações com risco para desenvolvimento de dores musculoesqueléticas crônicas e transtornos mentais, podendo levar a licenças médicas e absenteísmo.

Em Campinas, um levantamento inicial realizado junto aos setores de Recursos Humanos dos hospitais públicos municipais de Campinas, com mais de 1500 trabalhadores assistenciais diretos (enfermagem, fisioterapeutas, médicos e outras categorias da Saúde), evidencia que os principais motivos de afastamentos para tratamento médico são por transtornos musculoesqueléticos (em especial, dor lombar) e mentais (ansiedade e depressão). Estes transtornos têm causas multifatoriais, mas podem piorar com o sedentarismo.

Portanto, sedentarismo entre os profissionais de saúde não só representa um risco à saúde individual, mas também, coletiva, pois os afastamentos prejudicam o dimensionamento das equipes assistenciais, geram sobrecarga no ambiente de trabalho e pode, por consequência, interferir negativamente na segurança assistencial aos pacientes.

Dessa forma, é fundamental que gestores de saúde busquem promover o engajamento dos trabalhadores à prática de atividade física regular, sem, no entanto, desconsiderar que a efetiva adesão sofre interferência de vários fatores, entre eles, falta de legislações e políticas públicas de incentivo à prática de exercícios, limitações estruturais e organizacionais (como excessivo número de plantões, longas jornadas, sobrecarga de atribuições) e fatores socioculturais (ex. ‘dupla jornada’, especialmente para mulheres).

A Autarquia Rede Mário Gatti, em atenção ao Dia Internacional da Atividade Física, promoverá uma caminhada coletiva ao redor da Lagoa do Taquaral para conscientização e combate ao sedentarismo. A concentração dos profissionais de saúde e seus familiares será na quadra do Planetário, com entrada gratuita pelo Portão 7.

Incentivar a prática de atividade física deve ser um compromisso coletivo, como tem sido recomendado pela OMS, envolvendo sociedade civil, trabalhadores, gestores e governo, pois desenvolvimento social sustentável depende, entre outros fatores, do efetivo controle de doenças crônicas não transmissíveis e do controle do impacto destas doenças nos custos em saúde.

 

Cynthia Herrera é neurologista; gestora em saúde e diretora técnica da Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar

Tags: Artigoatividade físicaCampinasenfermagemHora CampinasOpiniãosaúdesedentarismo
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