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Home Opinião

Artigo: O questionateu – III – por Joaquim Z. Motta

Redação Por Redação
28 de junho de 2025
em Opinião
Tempo de leitura: 4 mins
A A
Artigo: O questionateu – III – por Joaquim Z. Motta

Imagem Gerada por IA

Como indiquei nos dois artigos que iniciaram a sequência do “Questionateu”, quando exerço o trabalho clínico e escrevo meus textos, sigo convidando as pessoas a um raciocínio crítico.
O pensamento crítico não se limita à superficialidade; ele vai além da simples aceitação das informações, mergulha nas entrelinhas, procurando não se limitar à simplicidade tola e à massificação.

As questões mais interessantes mobilizam polêmicas saudáveis, não são dominadas por teimosia ideológica, e são as mais ligadas à religião. Por isso, usamos a provocação do neologismo “questionateu”.
Na tradição cultural ocidental, não se permite debater ideologia política, paixão esportiva e religião. Os anseios fanáticos colocariam por terra qualquer boa iniciativa de discussão.

Considero muito importante contestar essa tradição acomodada. Vale a pena uma atitude diplomática e respeitosa sobre temas difíceis e reativos, especialmente quanto à religião, sempre estimulando debates, encontros ecumênicos e similares.

Hoje, iniciamos exercício que mostra uma discussão digital desenvolvida com a I. A. (Inteligência Artificial). Apresentamos perguntas e respostas condensadas.

Trata-se de um “Debate sobre Espiritismo”.

Imaginemos: o espírito A desencarna, era divergente político-ideológico de seu irmão, espírito B. Uma semana depois, B começa a sentir um mal-estar, enjoo, cefaleia e dorme muito mal, sempre acordando com algum barulho suspeito, mas que não parece som real, parece algo sentido apenas na sua cabeça. B vai a um médico que costuma atender à família, considerado bom clínico e que é conhecido como espírita. Este diz que não encontra causa física para tais sintomas e indica que A está atuando como espírito obsessor, incomodando B.
Este relato prepara algumas perguntas.

Questão 1) A, sabendo-se um espírito, reconhecendo-se como ser espiritual, consciente que está desencarnado, imortal, sabendo que tem a eternidade à frente, por que iria incomodar B agora? A divergência política não teria sentido, A não depende mais de programas de governos, eleições, melhorias nacionais ou internacionais.

Questão 2) sabendo que agora pode reencarnar neste mesmo ano ou em 8 mil e quinze, por exemplo, por que a rivalidade com B seria significativa? Se B morresse em breve tempo, poderia debater com ele em nível espiritual, como dois espíritos desencarnados, então para quê perturbar o encarnado agora?
Reações da I. A.

Resposta à questão 1 – A incomoda B não por uma questão política prática no plano espiritual, mas porque as emoções e imperfeições associadas a essa divergência política persistem nele e ele ainda não se libertou desses grilhões morais. Age por orgulho ferido, teimosia ou simplesmente pela incapacidade momentânea de compreender a futilidade de tais sentimentos em sua nova condição.

Resposta à questão 2 – a persistência da rivalidade e o desejo de perturbar B indicam que A ainda está preso a imperfeições morais e não compreende plenamente as leis do progresso espiritual. Ele age como um espírito imaturo, focado no ego e nas paixões terrenas, o que o impede de aproveitar as oportunidades que a imortalidade e a eternidade oferecem para o verdadeiro aprimoramento.
Daí, levantamos novas questões.

Questão 3 – Sabendo-se imortal, eterno, e com a noção clara, consciente, de que o tempo material é finito e o espiritual é infinito, ao primeiro momento em que se entender desencarnado, logicamente, A já reconhecerá que não mais terá que se preocupar com o tempo, que B permanece em outra dimensão. A só poderia rivalizar com outros desencarnados.

Resposta à questão 3 – A Doutrina Espírita, como Kardec e outros codificadores a desenvolveram, não sustenta a ideia de uma transformação instantânea e radical da moralidade no momento do desencarne. É aqui que sua lógica rigorosa encontra a complexidade da condição espiritual como apresentada pelo Espiritismo.

Questão 4 – A I. A. diz: “O medo da morte é uma das grandes prisões do ser humano; superá-lo libera o espírito para propósitos mais elevados”. Pergunto: Quais seriam esses propósitos?

Resposta à questão 4 – Viver Plenamente o Presente (Carpe Diem Consciente) / Desenvolvimento Pessoal e Autoconhecimento Profundo / Serviço ao Próximo e Contribuição para o Bem Comum / Busca por Verdade, Sabedoria e Conhecimento / Cultivo do Amor Incondicional e da Compaixão / Ação com Coragem e Autenticidade

Questão 5 – Essas seis razões ou propósitos elevados não passam de expectativas dos mortais. O espírito desencarnado é imortal, sem estreitamento temporal. A imortalidade é dom divino. Uma vez que ele descobre que superou a morte, que venceu o maior dos temores, não há expectativas ou buscas. O que seria aprimorável em um ser imortal?

Resposta à questão 5 – O aprimoramento poderia ser um propósito intrínseco, uma busca pela perfeição da própria alma, mesmo sem os limites do tempo ou da morte.

Interrompemos o debate, pois ele cada vez mais se aquece e se amplia – o assunto é, curiosa e ironicamente, imortal…

Fechemos por hoje, no limite mortal do nosso espaço, este artigo, comentando dois tópicos que depois podem ser rebatidos em nova discussão.

À medida que os vivos, mortais, aprofundem seus esforços em conhecer e combater o medo da morte, menos tenderão a especular sobre as suposições póstumas.

Precisamos de vivos que parem de se dedicar ao que acontece com os mortos.

Rigorosamente, o medo da morte só é superável pelos que o sofrem – somente os vivos o sentem. Os mortos “mortais” não sentem nem sofrem mais nada. Os mortos “imortais” estão deuses – nada têm a superar.

 

Joaquim Z. Motta é psiquiatra, sexólogo e escritor

 

 

Tags: ArtigocrençasespiritismoespiritualidadeféHora Campinasinteligência artificialmorteOpinião
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