Os campineiros terão de encarar um longo período de estiagem, que se estenderá até o início de agosto, pelo menos. A falta de chuvas ocasiona a baixa umidade do ar e maiores riscos de doenças respiratórias. Nesta terça-feira (23), a Umidade Relativa do Ar (URA) em Campinas chegou a 18,5% às 15h20, segundo mediação da estação IAC – Taquaral. Antes, o menor índice havia sido de 19,8%, no último dia 20.
O padrão de chuva escassa permanecerá na maior parte do Brasil nos próximos dez dias, segundo análise de modelos numéricos da MetSul Meteorologia. Quase todo o território nacional deve ter pouco ou nada de precipitação no período com a estação seca do Brasil Central instalada e uma grande massa de ar seco afetando o país.
As temperaturas também devem oscilar pouco em Campinas e região nos próximos dias. Máximas em torno de 28°C e mínimas variando entre 13° e 15°C.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou alerta de perigo nesta segunda-feira (22), em virtude da baixa umidade em áreas de todo o país. O aviso recebeu a classificação ‘amarela’, que representa perigo potencial e inclui cidades como Campinas, Presidente Prudente, São José do Rio Preto e Piracicaba.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a umidade do ar considerada ideal é algo entre 50% e 60%. Quando o índice aponta níveis abaixo de 20%, a situação é considerada de alerta.
Nesses casos, as recomendações são para evitar exercícios físicos e trabalhos ao ar livre entre 10 e 16 horas; evitar aglomerações em ambientes fechados e usar soro fisiológico para olhos e narinas.







