O pianista e compositor campineiro Michel Cury, 34 anos, lançará na próxima quarta-feira (1) seu álbum autoral Brain Sync, que estará disponível em todas as plataformas digitais de streaming de música. O álbum conta com dezoito participações especiais de peso, incluindo quatro internacionais, entre elas a cantora Flora Purim e Airto Moreira, apresentando uma rara união de lendas da música mundial.
Brain Sync promete reacender o espírito do jazz fusion e homenagear os principais representantes desse estilo, que atingiu seu auge nos anos 70.
São nove composições autorais assinadas por Michel Cury, com letras de Lenine Rocha e da norte-americana Alison Crockett.
A música de Michel Cury se destaca pela autenticidade e pela liberdade criativa, sem preocupação aos padrões estéticos e mercadológicos. Com arranjos ricos e densos, as faixas trazem uma poderosa mistura de estilos que abrange o jazz, o samba, a música clássica, o rock, o pop e elementos variados da cultura africana e cubana.
O álbum conta com participações de figuras lendárias que fazem parte do topo do gênero como a cantora Flora Purim (Return to Forever, George Duke) e Airto Moreira (Weather Report, Return to Forever) e dos americanos Bob Mintzer (Jaco Pastorius, Yellow Jackets), Bobby Militello (Dave Brubeck, Maynard Ferguson) e Rufus Reid (Dizzy Gillespie, Dexter Gordon, Bill Evans).
A conexão entre esses músicos lendários e o jovem pianista é mais do que uma simples colaboração, é o equilíbrio entre a energia frenética da nova geração e a verdadeira essência da música dos grandes mestres.
Além dos artistas citados, Michel conta a participação dos maiores nomes da atualidade, como Fernando Rosa, Sidiel Vieira, Leandro Matsumoto, Thiago Espirito Santo, Glecio Nascimento, Mark, Widor Santiago (Milton Nascimento), Victor Marcellus, Igor Willcox, Cuca Teixeira e Helder Lucio.

O título Brain Sync, que em tradução literal significa “sincronia cerebral”, faz referência ao fenômeno neurocientífico que descreve o alinhamento das ondas cerebrais de diferentes indivíduos, gerado por meio de experiências intensas e compartilhadas, como a música.
Para Michel Cury, a sincronia entre músicos e ouvintes vai além de um aspecto técnico, sendo uma metáfora para a experiência coletiva que ele busca proporcionar com este trabalho.
“A música é uma linguagem universal, capaz de criar uma conexão única. Ao ouvir o álbum, desejo que o público sinta uma sintonia completa com os músicos, como se todas as mentes estivessem alinhadas na mesma frequência. Quero que todos vivenciem essa viagem musical, cuidadosamente trabalhada compasso a compasso, para oferecer o mais alto nível musical, ao mesmo tempo em que entrega uma vasta paleta de sabores e sentimentos”.
Para garantir a experiência nostálgica e genuína, durante as gravações foi usada uma gama de instrumentos e efeitos vintage originais das décadas de 70 e 80. Durante a finalização, o trabalho foi masterizado de forma analógica em um tape de rolo Tascam 22-2, como nos velhos tempos, no Estúdio 601 em Campinas.
Michel se apresentou nos principais teatros e casas de show do Brasil como Credicard Hall (SP), Espaço das Américas (SP), Teatro do Bourbon Country (Porto Alegre), Centro de Cultura e Eventos da UFSC (Florianópolis), Teatro Guaíra (Curitiba), Km de Vantagens Hall (Belo Horizonte), Teatro Guararapes (Recife), Teatro Riachuelo (Natal), La Maison (Fortaleza), Km de Vantagens Hall (Rio de Janeiro), Mendes Convention Center (Santos), Teatro Rio Vermelho (Goiânia), Rádio Disney (São Paulo) e Hopi Hari.
Na televisão realizou a gravação dos programas Altas Horas, Fantástico, Encontro com Fátima Bernardes e Programa do Ratinho.






