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Home Cidade e Região

Ditadura: Unicamp integra força-tarefa que busca vestígios da repressão no DOI-Codi

Escavações arqueológicas ocorrem no antigo Destacamento de Operações de Informações, na Vila Mariana, em São Paulo

Redação Por Redação
3 de agosto de 2023
em Cidade e Região
Tempo de leitura: 3 mins
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Ditadura: Unicamp integra força-tarefa que busca vestígios da repressão no DOI-Codi

Memória da ditadura militar: escavações na antiga sede do DOI-Codi, em São Paulo, foram realizadas para recuperar a história de quem passou pelo local. Foto: Felipe Bezerra

Tiveram início nesta quarta-feira (2), na capital paulista, os trabalhos de escavações arqueológicas no antigo Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), órgão ligado ao Exército, onde ocorreram torturas e mortes de opositores da ditadura militar (1964-1985).

A investigação será realizada por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e das Universidades Federais de São Paulo (Unifesp) e de Minas Gerais (UFMG). Os trabalhos irão até 14 de agosto e contarão também com visitas guiadas ao espaço, no bairro da Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo, mesas de discussão sobre a memória do período e oficinas de formação de estudantes e professores.

As escavações são o resultado da atuação do Grupo de Trabalho Memorial DOI-Codi, que envolve organizações de defesa dos direitos humanos, o Ministério Público do Estado de São Paulo e a Unidade de Preservação do Patrimônio Histórico (UPPH) do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat).

 

Elas têm o objetivo de aplicar as pesquisas arqueológica e histórica na identificação de vestígios materiais e na compreensão da memória relacionada ao espaço e ao período.

 

A coordenadora do projeto, Déborah Neves (à esquerda): identificar indícios da passagem das vítimas da repressão pelo local – Foto: Felipe Bezerra

 

“Esse trabalho lança as bases para pensarmos, futuramente, como poderia ser um memorial desse período e como essa história pode ser contada”, explica Deborah Neves, historiadora da UPPH do Condephaat e coordenadora do projeto. Os pesquisadores buscam identificar indícios da passagem das vítimas da repressão pelo local, como inscrições nas paredes, objetos pessoais e registros em papel.

“As pessoas resistiram bravamente à repressão. Essa resistência tem materialidade, não só nos corpos, mas nos escritos e objetos que estamos buscando”, destaca Aline Carvalho, professora da Unicamp e pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais (Nepam) que atua no projeto.

 

A professora da Unicamp e participante do projeto Aline Carvalho: “manter viva a memória do trauma da ditadura militar para que isso nunca se repita” – Foto: Felipe Bezerra

 

Conhecer para não repetir

Criado em 1969 por uma parceria entre o Exército e a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o DOI-Codi foi um espaço marcado pela violação dos direitos humanos.

 

Estima-se que mais de 7 mil pessoas tenham sido torturadas no local.

 

O complexo de cinco prédios foi tombado pelo Condephaat em 2014, a fim de conservar as instalações e possibilitar que pesquisas históricas gerem conhecimentos sobre a repressão política da época.

“O DOI-Codi foi o principal órgão de repressão no Brasil, inclusive inspirou outros órgãos do tipo na América do Sul. Precisamos conhecê-lo de fato para compreender sua importância para além do que já sabemos”, argumenta Deborah.

 

Além das escavações, entrevistas e coletas de depoimentos foram realizadas para recuperar a história de quem passou pelo local e direcionar as investigações forenses.

 

“A arqueologia é fundamental, mas não é feita com base apenas na intuição. Nossa ideia é manter viva a memória do trauma da ditadura militar para que isso nunca se repita. As ciências contribuem com um arcabouço de métodos de análise e nos ajudam a produzir informações para compreendermos esse passado e construirmos percepções para uma sociedade democrática”, pontua Aline.

 

Os trabalhos de escavações arqueológicas no antigo Destacamento de Operações de Informações começaram na última quarta-feira – Foto: Felipe Bezerra

 

Após as escavações, serão realizadas exposições com o acervo coletado em diversos espaços, incluindo a Unicamp.

 

Até o dia 14, também é possível conhecer o espaço em visitas guiadas pelos pesquisadores. Elas são abertas ao público geral das 16h às 17h e não é necessário fazer agendamento. O antigo DOI-Codi fica na Rua Tutóia, 921, na Vila Mariana, em São Paulo.

 

Por Felipe Mateus/Unicamp

 

Tags: ditadura militarDOI-Codiescavações arqueológicasMemóriarepressãoUnicampvestígios da tortura
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Redação

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