Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quinta-feira, dia 28, mostram que a Região Metropolitana de Campinas (RMC) sustenta a segunda posição entre as mais populosas do território paulista, com população estimada de 3,3 milhões de pessoas.
A RMC é formada por 20 municípios: Campinas (sede), Monte Mor, Engenheiro Coelho, Artur Nogueira, Paulínia, Cosmópolis, Valinhos, Vinhedo, Americana, Nova Odessa, Jaguariúna, Holambra, Santo Antônio de Posse, Pedreira, Hortolândia, Sumaré, Itatiba, Morunganba, Indaiatuba e Santa Bárbara d’Oeste.
De acordo com o IBGE, a população de Campinas em 2025 é de aproximadamente 1,2 milhão de habitantes. Campinas, aliás, é o 14º município brasileiro mais populoso do Brasil.
As oito regiões metropolitanas do estado de São Paulo com mais de 1 milhão de habitantes apresentaram estimativas de crescimento positivo na comparação com 2024. As RMs de São José do Rio Preto e Sorocaba apresentaram as maiores taxas de crescimento (0,46% para ambas), seguidas pela RM de Campinas (0,38%).
Quinze munícipios com mais de um milhão de pessoas concentram 42,8 milhões de pessoas ou 20,1% do total da população brasileira. Nessa lista, apenas Guarulhos e Campinas não são capitais.

São Paulo
Já a população estimada do estado de São Paulo chegou a 46 milhões de habitantes. O crescimento é de 0,24% na comparação com os dados de 2024. As estimativas são calculadas para o dia 1º de julho de 2025, data de referência do estudo.
Em comparação ao restante do Brasil, que apresentou taxa de crescimento estimada em 0,39%, indo de 212,5 para 213,4 milhões de habitantes, São Paulo cresce em um ritmo mais lento.
De acordo com o gerente de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica do IBGE, Marcio Minamiguchi, o estado de São Paulo apresenta um crescimento menor que a média do País por conta da migração e por ter uma população mais envelhecida que a média do Brasil.
“A idade mediana de SP em 2025 é de 37,3 anos, enquanto a do Brasil é de 35,7 anos. Populações mais velhas proporcionalmente tendem a produzir mais óbitos e menos nascimentos. Além disso, SP passou a ter saldo interno negativo, ou seja, mais perde moradores para outros estados do que recebe”, explica. A capital paulista, por sua vez, teve crescimento estimado em 0,1%, o que representa um ganho de cerca de 9 mil habitantes.
Segundo o IBGE, o Brasil tem população estimada de 213 milhões de pessoas, com taxa de crescimento de 0,39%.







