A Procuradoria-Geral de Justiça informou na última quinta-feira-feira (17) que o episódio registrado no dia 15 de abril, quando policiais militares de um batalhão de São José do Rio Preto, Interior de São Paulo, divulgaram um vídeo no qual aparece uma cruz em chamas e fazem gestos com os braços erguidos, já está sob investigação, por iniciativa da Promotoria local.
O MP requisitou todas as informações pertinentes aos fatos ao comando do batalhão. “Comprovando-se eventual desvio de conduta, serão tomadas as medidas necessárias para punição dos agentes da Polícia Militar, corporação que continua contando com a confiança do MPSP”, postou o MP em seu site.
A Polícia Militar de São Paulo (PM) também informou que está fazendo uma investigação sobre o vídeo. Os gestos dos policiais militares lembrariam aqueles atribuídos à Ku Klux Klan, nos Estados Unidos, e a grupos defensores da supremacia branca, semelhante a grupos nazistas.
Nas redes sociais, integrantes da corporação negam a associação e ponderam tratar-se de uma “posição de juramento”. Eles afirmam que qualquer “interpretação diferente” é ser “tendencioso”







