Desde o início da semana, as redes sociais anunciavam o desaparecimento de Renata Cristina da Silva. A família mostrava preocupação. Ela tinha saído de casa, na Vila Padre Manoel da Nóbrega, em Campinas, no domingo e, desde então, não havia sido mais vista. Na tarde desta quarta-feira, no entanto, ela foi encontrada sem vida na pedreira do Jardim Garcia, bairro ao lado de onde morava. Renata, de 47 anos, era funcionária do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Campinas (STMC).
O corpo de Renata foi encontrado próximo ao riacho que circunda a pedreira e não havia marcas de agressão. A Guarda Municipal foi acionada e a família compareceu ao local para reconhecimento da vítima. A Polícia Civil investigará o caso, mas a Delegacia de Defesa da Mulher informou que a morte pode ter sido acidental, segundo avaliação preliminar da perícia. A polícia programava colher o depoimento do marido na ocasião em que ela ainda estava desaparecida.
Mãe de três crianças, Renata era manicure e trabalhava há sete anos no STMC, que lamentou a morte da funcionária.

O não comparecimento dela ao trabalho na segunda e terça-feira e seu sumiço levaram o sindicato e os familiares a registrarem dois boletins de ocorrência.
“É com muita tristeza e consternação que a direção do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Campinas (STMC) e todos os nossos funcionários informam o falecimento da nossa querida amiga e trabalhadora Renata Cristina da Silva, de 47 anos. Ela trabalhou durante quase sete anos na entidade e sempre foi uma funcionária dedicada, amorosa e responsável na execução de suas funções. Também era amiga e companheira de todos. Cuidava dos nossos aposentados, aposentadas e pensionistas com profissionalismo e muito carinho”, diz a nota emitida pelo sindicato.











