A Secretaria de Saúde de Campinas realiza neste sábado (22) o 3º mutirão municipal de 2025 para prevenção e combate à dengue.
A ação ocorre das 8h às 12h e cinco bairros terão residências e comércios visitados para controle de criadouros do mosquito transmissor da doença, e orientações sobre cuidados.
A lista inclui as seguintes áreas:
♦ DICs 2, 3 4 e 5
♦ Jardim Santos Dumont 2
O trabalho reúne pelo menos 150 agentes da Saúde e funcionários da empresa Impacto Controle de Pragas divididos em 14 equipes. Quatro grupos iniciam as atividades a partir de encontro no Centro de Educação Infantil (CEI) Professora Thermutis Araújo Barbosa, localizado na Rua Tenente José Duarte, 55, DIC 2, no Conjunto Habitacional Dr. Antônio Mendonça de Barros. Já outras dez irão diretamente para os demais bairros.
A Prefeitura repete a estratégia de usar um drone para localizar grandes criadouros como piscinas e caixas d’água em imóveis identificados como desocupados ou em situação de abandono. Caso sejam constatados no sobrevoo pontos com descarte irregular de materiais, a Secretaria de Serviços Públicos será acionada.
Desde 1º de janeiro Campinas registra 1.099 casos de dengue e nenhuma morte. Os dados foram atualizados pela Secretaria de Saúde na segunda-feira (17).
Agentes estarão identificados
Os trabalhadores da Impacto usam camiseta laranja com gola careca e logo da empresa silkado, enquanto o líder da equipe veste blusa verde com as mesmas características. Todos vestem calça cinza, e têm crachá. Já os agentes de saúde usam identificação da Prefeitura. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo 199, da Defesa Civil.
A melhor forma de prevenção contra a dengue é eliminar qualquer acúmulo de água que possa servir de criadouro, principalmente em latas, pneus, pratos de plantas, lajes e calhas. É importante, ainda, vedar a caixa d’água e manter fechados vasos sanitários inutilizados.
De acordo com a administração municipal, o mutirão complementa as ações previstas no Alerta Arboviroses, publicado semanalmente. As áreas foram escolhidas a partir da análise epidemiológica, que consideraram o potencial de transmissão da dengue nas últimas quatro semanas.







