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Home Esportes

O dia em que o estádio do Mogiana recebeu Leônidas da Silva, o ‘Diamante Negro’

Artilheiro da Copa do Mundo de 1938, lendário atacante encabeça lista de jogadores históricos do futebol brasileiro que passaram pelo Cerecamp, em Campinas

Gustavo Magnusson Por Gustavo Magnusson
10 de junho de 2024
em Esportes
Tempo de leitura: 6 mins
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O dia em que o estádio do Mogiana recebeu Leônidas da Silva, o ‘Diamante Negro’

Leônidas da Silva (à direita) e Jabazinho: duelo entre São Paulo e Mogiana em Campinas, em 1945. Foto: Arquivo Pessoal/Renata Bueno

Ah, se as arquibancadas do Cerecamp pudessem falar, certamente não faltariam histórias para contar! Afinal, o velho e charmoso estádio campineiro, popularmente conhecido como Campo do Mogiana, recebeu verdadeiras lendas do futebol brasileiro nos anos 40, década de ouro do Esporte Clube Mogiana, antigo time que mandava suas partidas no local e batia de frente com os grandes clubes do país naquele período.

Indiscutivelmente, o maior nome que já pisou no gramado do estádio do Mogiana foi o atacante Leônidas da Silva, artilheiro e melhor jogador da Copa do Mundo de 1938, na França. Em 1945, já veterano, com 32 anos, o lendário atleta disputou um amistoso contra o Mogiana, defendendo o São Paulo, clube em que atuou de 1942 até 1950, quando pendurou as chuteiras. Leônidas é considerado o maior jogador brasileiro antes de Pelé. Ele morreu no dia 24 de janeiro de 2004, vítima de Alzheimer.

O duelo entre Mogiana e São Paulo, disputado num domingo à tarde, dia 10 de junho de 1945, portanto há exatamente 79 anos, terminou com vitória por 1 a 0 do time da capital, que se sagraria bicampeão paulista em 1945 e 1946 (invicto). Ao todo, com a camisa do Tricolor Paulista, Leônidas da Silva conquistou cinco títulos estaduais – ele também foi campeão em 1943, 1948 e 1949 -, entre outros troféus.

Leônidas da Silva jogou no São Paulo entre 1942 e 1950, quando se aposentou dos gramados. Foto: Reprodução

Em sua primeira e única atuação em território campineiro, defendendo o Tricolor Paulista contra o Tricolor Ferroviário, como era conhecido o Mogiana, Leônidas da Silva passou em branco. Quem decidiu a partida foi o atacante Yeso Amalfi, que depois jogaria no exterior e se tornaria um dos primeiros jogadores brasileiros a fazer sucesso no futebol europeu, nos anos 50.

Um dos poucos registros fotográficos daquela histórica visita do São Paulo a Campinas mostra Leônidas da Silva posando para a câmera e trocando flâmulas com Jabazinho, então atleta do Mogiana, que depois jogaria no Guarani.

Leônidas da Silva (à direita) e Jabazinho, minutos antes do duelo entre Mogiana e São Paulo, em 1945. Foto: Arquivo Pessoal/Renata Bueno

“Meu pai era de Bebedouro e veio com a família para Campinas bem jovem. Ele era funcionário da área administrativa da Estrada de Ferro Mogiana e jogou no Mogiana até 1947. Depois, foi para o Guarani e, dizem, causou uma revanche. Transferiram-no, no seu trabalho, para Ribeirão Preto. O trabalho era seguro, portanto aceitou. Jogou no Botafogo de lá, clube onde Sócrates começou. Foi quando machucou o joelho, operou e acabou sua saga esportiva. Ele se casou com minha mãe e nasci lá, mas depois de 10 anos voltamos para Campinas” conta Renata Bueno, filha de Jabazinho, sobre a trajetória de vida do pai.

Do Mogiana ao Guarani: transferência de Jabazinho causou polêmica no futebol campineiro. Foto: Arquivo Pessoal/Renata Bueno

Na época do histórico embate entre Mogiana e São Paulo, há exatos 79 anos, o mundo ainda vivia sob a tensão da Segunda Guerra Mundial, que durou entre 1939 e 1945. Dois meses depois do duelo em Campinas, houve o fatídico ataque dos Estados Unidos ao Japão, com o lançamento de duas bombas atômicas nas cidades de Hiroshima e Nagasaki, entre os dias 6 e 8 de agosto de 1945.  O conflito só terminou no dia 2 de setembro, com a rendição dos japoneses.

Na década de 40, em função da Segunda Guerra, não houve nenhuma edição da Copa do Mundo, portanto Leônidas da Silva só teve a oportunidade de disputar duas edições do maior torneio de futebol do planeta: em 1934, na Itália, e 1938, na França, as únicas disputadas inteiramente em formato mata-mata e ambas vencidas pelos italianos.

Em sua primeira participação no Mundial, em 1934, com apenas 20 anos, Leônidas da Silva marcou apenas um gol, o único do Brasil na competição: o de honra na derrota por 3 a 1 para a Espanha, que causou a eliminação brasileira logo na estreia. Quatro anos depois, no entanto, Leônidas balançou as redes sete vezes em quatro jogos na campanha do terceiro lugar do Brasil. Ele encantou o mundo e ganhou os apelidos de “Diamante Negro” e “Homem Borracha”, ambos dados pelo jornalista francês Raymond Thourmaneg, da revista Paris Match.

Logo na partida de estreia da Seleção Brasileira na Copa de 1938, Leônidas anotou um hat-trick – um gol no tempo normal e dois na prorrogação – na incrível vitória por 6 a 5 sobre a Polônia. Depois disso, ele marcou mais três gols em cima da Tchecoslováquia – um no empate em 1 a 1 e outro na vitória por 2 a 1, no jogo de desempate.

Por fim, Leônidas marcou o único gol brasileiro na derrota por 2 a 1 para a Itália, que causou a eliminação da “Seleção Canarinho” nas semifinais. Ao todo, Leônidas da Silva marcou oito gols na história da Copa do Mundo. Ele está empatado com Rivaldo e Neymar. Apenas Ronaldo (15), Pelé (12), Ademir de Menezes (9), Vavá (9) e Jairzinho (9) marcaram mais vezes no Mundial.

Leônidas recebeu o apelido de “Diamante Negro” durante a Copa de 1938 e inspirou nome de chocolate. Foto: Reprodução

Recentemente, como parte de uma campanha de marketing, o setor sul do Morumbi – atual MorumBIS – recebeu o nome de “Diamante Negro”, apelido de Leônidas da Silva e nome do famoso chocolate da fabricante de doces Mondelez, que firmou uma parceria com o São Paulo para naming rights do estádio, no ano passado.

Mais craques de Seleção desfilaram no estádio do Mogiana

Localizado no bairro Guanabara, em Campinas, o popular Campo do Mogiana foi inaugurado no dia 14 de julho de 1940, com o nome de Doutor Horácio Antônio da Costa, em homenagem ao inspetor geral da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, grande incentivador e colaborador da construção do estádio.

Naquela época, ainda não havia Moisés Lucarelli nem Brinco de Ouro, então o campo do Mogiana despontava como o principal estádio de Campinas e do interior paulista, bem como um dos mais modernos do Brasil, junto com outros como Pacaembu, em São Paulo, e São Januário, no Rio de Janeiro. Uma realidade muito diferente dos tempos atuais, já que o complexo está desativado e relegado ao ostracismo.

O complexo, que nos anos 70 recebeu o nome de Cerecamp (Centro Educativo, Recreativo e Esportivo do Trabalhador de Campinas), pertence ao Governo do Estado de São Paulo, que avalia transferi-lo à iniciativa privada, com a contrapartida de manter a finalidade esportiva do local, atualmente interditado. Em 14 de novembro de 2019, o estádio foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc).

Primeiro estádio de Campinas com iluminação artificial, graças a refletores adquiridos junto à Portuguesa Santista, o estádio Doutor Horácio Antônio da Costa foi palco do primeiro jogo noturno da história do futebol campineiro: um amistoso entre Mogiana e Corinthians, convidado para a ocasião especial, no dia 15 de junho de 1946.

Com presença do lendário zagueiro Domingos da Guia, que disputou a Copa do Mundo de 1938 e inclusive fez parte da seleção daquele Mundial, junto com Leônidas da Silva, o duelo terminou com vitória do time da capital por 3 a 1 sobre a equipe campineira, com três gols do centroavante Baltazar, convocado para as futuras Copas de 1950, no Brasil, e 1954, na Suíça.

Exatamente um ano depois, no dia 15 de junho de 1947, o Mogiana recebeu outra visita do Corinthians e dessa vez tomou uma acachapante goleada de 6 a 1, com outro hat-trick de Baltazar, e novamente com Domingos da Guia na retaguarda do Timão.

O popular Campo do Mogiana foi inaugurado no dia 14 de julho de 1940: um dos palcos do futebol em Campinas. Foto: Leandro Ferreira Hora Campinas

Além de São Paulo e Corinthians, Palmeiras e Portuguesa foram outros times da capital paulista que visitaram o estádio do Mogiana para enfrentar o antigo time ferroviário campineiro.

O Verdão veio duas vezes, primeiro no dia 26 de novembro de 1944, para um amistoso que terminou em empate em 2 a 2, e depois no dia 19 de março de 1950, para outro jogo de caráter não-oficial que acabou em goleada palmeirense por 6 a 0.

Nessa segunda ocasião, o Palmeiras entrou em campo com o meia Jair Rosa Pinto, que três meses depois disputaria a Copa do Mundo de 1950, no Brasil, além do volante Dino Sani, que oito anos depois se sagraria campeão do mundo com o Brasil em 1958.

No entanto, o time que impôs à maior goleada sofrida pelo Mogiana dentro de seu estádio foi a Portuguesa. No dia 24 de março de 1946, a Lusa meteu 9 a 2 no time campineiro, em jogo amistoso que teve a participação do atacante campineiro Nininho pela equipe visitante. Três anos depois, Nininho fez parte do elenco da Seleção Brasileira campeã da Copa América de 1949, realizada no Rio de Janeiro e em São Paulo. Ele encerrou a carreira na Ponte Preta.

No dia 28 de abril de 1948, o estádio do Mogiana também foi palco do primeiro Dérbi noturno entre Guarani e Ponte Preta, com vitória bugrina por 5 a 2 de virada. Na época, os estádios Moisés Lucarelli e Brinco de Ouro da Princesa ainda não tinham sido inaugurados.

Em 1947, o Mogiana aderiu ao profissionalismo e iniciou essa nova era com o pé direito, desbancando o Fluminense, campeão carioca de 1946, em um amistoso disputado no dia 26 de abril de 1947.

Na ocasião, o Tricolor da Laranjeiras saiu na frente com um gol do atacante Rodrigues, que mais tarde disputaria as Copas do Mundo de 1950 e 1954, mas o Tricolor Ferroviário virou com dois gols de Pedrinho. Essa é considerada a maior vitória da história do extinto clube campineiro, que desapareceu nos anos 70.

Para completar, em 1950, o estádio do Mogiana ainda recebeu o zagueiro Bellini, que ao fim daquela década viria a erguer a taça da Copa do Mundo de 1958, na Suécia, como capitão da Seleção Brasileira.

Com apenas 21 anos, Bellini atuou no duelo entre Mogiana e Sanjoanense, extinto clube da cidade de São João da Boavista, no interior de São Paulo, onde atuou no início da carreira. A partida, disputada no dia 24 de setembro de 1950, terminou com vitória do time campineiro por 3 a 2, pela 2ª Divisão do Campeonato Paulista.

Capitão do Brasil na conquista do título mundial de 1958, Bellini começou a carreira no Sanjoanense. Foto: Reprodução
Tags: Campo da MogianaCerecampesportesFutebolHistóriaHora Campinasjatobazinholeônidas da silvaMemóriaMogiana
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