A Polícia Civil de Amparo prendeu nesta terça-feira (5) um homem de 28 anos suspeito de estuprar uma motorista de aplicativo. A captura foi feita no bairro Jardim Figueira durante a deflagração da Operação “Águia”, realizada pelos policiais civis e chefia do Setor de Investigações Gerais (SIG), com apoio de dois delegados da cidade.
O crime aconteceu na noite de sábado (2), quando a vítima, uma mulher de 57 anos que atua como motorista de aplicativo, aceitou uma corrida com destino ao bairro Flamboyant. Ao chegar ao local indicado, o passageiro — que já havia passado um número de telefone afirmando tratar-se de sua namorada — a forçou a desviar o trajeto por uma estrada de terra e, sob ameaça de morte, a obrigou a apagar as luzes do veículo e desligar o motor.
Segundo o boletim de ocorrência, o agressor cometeu o estupro dentro do carro da vítima, tapando sua boca e dizendo que a mataria se reagisse. Após o ato, ele ainda a ameaçou novamente, usando um cabo de celular em seu pescoço para impedir que ela gritasse, antes de fugir do local com o celular dela. O aparelho foi encontrado posteriormente jogado em um matagal.
A vítima foi levada ao hospital Ana Cintra, onde recebeu atendimento médico e realizou exame de corpo de delito. A Polícia Civil recolheu peças íntimas para análise pericial e solicitou exame sexológico. Imagens de câmeras de segurança ajudaram a identificar o autor, que já havia sido apresentado à delegacia na data anterior pela Polícia Militar e confessado o crime em depoimento.
Com base nos elementos colhidos, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do acusado, que foi expedida pela Justiça de Amparo. Nesta terça, com o mandado em mãos, os investigadores deram cumprimento à ordem judicial e efetuaram a prisão do suspeito, que será encaminhado para a cela da delegacia de Serra Negra, onde ficará à disposição da Justiça e aguardará audiência de custódia.
A Polícia Civil de Amparo destacou que a operação representa uma resposta rápida e firme à sociedade, retirando das ruas um criminoso que atentou contra a dignidade e segurança de uma trabalhadora.







