O técnico Alberto Valentim reconheceu que o empate da Ponte Preta contra a Portuguesa por 0 a 0, quarta-feira (22) à noite, no Moisés Lucarelli, teve um “gosto amargo”. Mesmo com dois jogadores a mais durante todo o segundo tempo, depois das expulsões na primeira etapa, a equipe não conseguiu a vitória. Por outro lado, o treinador ponderou que ainda é início de trabalho e as oscilações são normais no momento. A apresentação de quarta foi a pior da Macaca em três rodadas do Campeonato Paulista.
“Tínhamos uma preocupação sobre o comportamento do time após duas rodadas boas”, reconheceu Valentim depois da partida, referindo-se à vitória por 1 a 0 sobre o Novorizontino fora de casa na estreia e o empate por 1 a 1 diante do Santos, em casa, na sequência. “O time pressionou, marcou, mas a parte técnica faltou nesse jogo”, admitiu, sem manifestar um tom de alarme. “Tudo é começo de trabalho e todas as equipes estão assim. Temos muitos ajustes a fazer, e digo isso na vitória e na derrota.”
Em relação ao segundo tempo da partida contra a Lusa, Valentim acredita que a equipe se perdeu diante da pressa em decidir o jogo. “A ideia era rodar a bola para abrir espaço no centro de campo, mas acabamos tendo pressa demais e não conseguimos efetuar o plano.”
Apesar do resultado negativo, a Ponte Preta segue invicta na competição. Com 5 pontos após três partidas, ocupa a terceira colocação no Grupo D, atrás do líder Palmeiras, que tem 7, e do São Bernardo, com 6. A equipe do ABC Paulista ainda entra em campo na rodada – nesta quinta-feira (23), recebe o Mirassol, às 18h30. Ainda sem pontuar, o caçula Velo Clube é o lanterna da chave.
A Ponte volta a campo já neste sábado (25), quando visita a Inter, em Limeira, às 16h, pela quarta rodada. O adversário ainda busca a primeira vitória na competição depois de empatar os dois duelos que disputou até agora.







