A Secretaria Municipal de Saúde de Vinhedo confirmou na terça-feira (3) as primeiras mortes registradas no município em 2025 em decorrência de dengue e Influenza A.
As causas dos óbitos foram atestados por exames laboratoriais realizados por instituições de referência, conforme boletim epidemiológico.
O primeiro óbito por dengue ocorreu no dia 6 de março e envolveu uma mulher de 70 anos, moradora da região da Vila João XXIII. A paciente apresentava comorbidades pré-existentes que agravaram o quadro clínico. Após investigação detalhada e análise dos exames, foi confirmada a dengue como causa do falecimento.
Já o primeiro óbito por Influenza A refere-se a uma mulher de 64 anos, residente na região da Nova Vinhedo. A paciente, que também possuía comorbidades, faleceu em 22 de maio.
Situação epidemiológica no município
De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, Vinhedo contabiliza até o momento 3.562 casos confirmados de dengue em 2025 e seis óbitos que ainda seguem em investigação. Em relação à influenza sazonal, foram registrados dois casos no município até agora.
Medidas preventivas
Diante da confirmação dos óbitos, a Prefeitura de Vinhedo reforça a importância das medidas preventivas por parte da população, especialmente no combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. Entre as recomendações estão a eliminação de criadouros com água parada, a limpeza periódica de calhas e caixas d’água, e o descarte correto de resíduos domésticos.
Vacinação contra a Influenza A
Com relação à Influenza A, o município segue com a campanha de vacinação, que agora está disponível para toda a população a partir dos 6 meses de idade. As doses estão sendo aplicadas nas unidades básicas de saúde, conforme cronograma previamente divulgado.
Alerta
A Secretaria de Saúde também alerta a população para a atenção aos sintomas iniciais das doenças, como febre alta, dores no corpo, cansaço excessivo e sinais respiratórios. “Diante de qualquer suspeita, é fundamental procurar atendimento médico imediato para diagnóstico precoce e início do tratamento adequado”, enfatiza a secretaria.







