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Home Saúde e Bem-Estar

1º de outubro é ‘Dia Mundial da Urticária’: entenda a doença e saiba como prevenir crises

Data tem como objetivo alertar e conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado

Redação Por Redação
1 de outubro de 2025
em Saúde e Bem-Estar
Tempo de leitura: 3 mins
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1º de outubro é ‘Dia Mundial da Urticária’: entenda a doença e saiba como prevenir crises

No Brasil, cerca de uma em cada 250 pessoas apresenta urticária crônica, aponta entidade. Foto: Freepik

Coceira intensa, vermelhidão, vergões e inchaços, especialmente em regiões como pálpebras, lábios e mãos, são alguns dos sintomas da urticária, condição de pele que pode ser aguda ou crônica. A doença pode atingir qualquer região do corpo e impactar de forma significativa a qualidade de vida, prejudicando o sono, o equilíbrio emocional e, em alguns casos, levando à depressão.

De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), no Brasil, cerca de uma em cada 250 pessoas apresenta urticária crônica, caracterizada por episódios que duram mais de seis semanas. Já a urticária aguda pode afetar até 20% da população mundial, com duração de algumas horas a poucos dias.

 

O Dia Mundial da Urticária, celebrado em 1º de outubro, tem como objetivo alertar e conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado.

 

Theodoro Habermann Neto, dermatologista do Vera Cruz Hospital, em Campinas, e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), destaca que a condição não deve ser vista apenas como uma reação alérgica, já que pode comprometer o descanso e exigir o uso contínuo de anti-histamínicos para controlar os sintomas.

“A urticária pode indicar alterações do sistema imunológico, como lúpus ou mastocitose, além de infecções internas, como urinária ou parasitose intestinal. Se as lesões persistirem por mais de 24 horas, pode sugerir urticária vasculite. Quando acompanhada de inchaço na boca ou garganta, dificuldade para respirar, desmaio, fraqueza ou vômito, há risco de anafilaxia, exigindo investigação imediata. O estresse também pode ser um fator desencadeante. Em muitos casos, é necessário realizar exames, inclusive parasitológicos, para identificar a causa subjacente”, ressalta.

Segundo o especialista, a urticária pode ter diversas origens: alergias (a alimentos, medicamentos, picadas de insetos, pólen, látex e produtos químicos), alterações físicas (frio, calor, pressão sobre a pele, exercícios, exposição ao sol) e infecções virais, bacterianas ou fúngicas.

Doenças autoimunes, como as da tireoide, lúpus e mastocitose, também estão entre os gatilhos.

Ele ainda lista alguns fatores que aumentam o risco ou agravam os sintomas, e cuidados para se adotar:

◊ Evitar alimentos como frutos do mar, chocolate, leite, ovos, amendoim e nozes;

◊ Controlar o estresse e praticar técnicas de relaxamento;

◊ Manter acompanhamento médico e usar corretamente os medicamentos prescritos;

◊ Hidratar a pele e dar preferência a roupas confortáveis;

◊ Reduzir o consumo de conservantes e corantes;

◊ Proteger-se de variações bruscas de temperatura, exposição excessiva ao sol e pressão sobre a pele.

O médico alerta ainda para sinais que exigem procura imediata por atendimento médico: inchaço no rosto, lábios, língua ou garganta; dificuldade para respirar; tosse, chiado no peito; febre, icterícia e inchaço dos gânglios linfáticos. “Se os sintomas persistirem por mais de 48 horas, é fundamental procurar pronto-socorro. Embora a urticária isolada geralmente não cause choque anafilático, pode indicar quadro grave quando acompanhada de manifestações como tontura, desmaio, pressão baixa, pulso acelerado, vômitos, dor abdominal, diarreia e estresse intenso”, detalha.

O diagnóstico costuma ser clínico, com base na história do paciente e na avaliação dermatológica. Em casos mais complexos, podem ser solicitados exames como hemograma, marcadores inflamatórios, urina e fezes, biópsia de pele, testes físicos de provocação e testes de alergia (Prick Test).

O tratamento envolve, principalmente, anti-histamínicos, com ou sem efeito sedativo, e corticoides em crises mais intensas. Em casos graves, pode haver indicação de imunossupressores ou medicamentos biológicos. Não existe vacina específica, mas a imunoterapia pode ser considerada em situações severas. “A automedicação é perigosa, pois pode mascarar sintomas, atrasar o diagnóstico e causar efeitos colaterais graves, prejudicando órgãos como fígado, rins e medula óssea, além de piorar alergias ou gerar resistência a medicamentos. O tratamento deve ser sempre orientado por um médico”, alerta.

Tags: alergiaBem-estardermatologiadiagnósticoHora Campinassaúdetratamentourticária
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Redação

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