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Home Cidade e Região

Notificações de violência em faixas vulneráveis disparam em Campinas

Maior número de casos desde início da série histórica foi notificado em 2022

Redação Por Redação
12 de dezembro de 2023
em Cidade e Região
Tempo de leitura: 4 mins
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Notificações de violência em faixas vulneráveis disparam em Campinas

No período de 2018 a 2022, as notificações de violência contra pessoas de 60 a 69 anos foram responsáveis por quase metade do total. Foto: Freepix

Campinas contabilizou no ano passado 2.886 notificações de casos suspeitos ou confirmados de violência em crianças, adolescentes e idosos – faixas etárias consideradas mais vulneráveis. Trata-se do maior número já notificado desde que o Boletim Sisnov (Sistema de Notificação de Violências), que chegou a sua 16ª edição, começou a ser usado pela Administração.

Os números foram apresentados nesta segunda-feira (11) pela Secretaria de Saúde de Campinas. O documento, com dados de 2018 a 2022, mostra que os registros diminuíram no início da pandemia de covid-19, mas tiveram crescimento significativo a partir do recrudescimento dela, em 2021, conforme houve avanço da cobertura vacinal contra a doença.

Desde 2009, quando teve início a série histórica, Campinas registrou 24.628 notificações. O sistema indica tendência de crescimento, com exceção dos anos de 2019 e 2020.

Ainda no intervalo de 2021 até o ano passado, o sistema verificou aumento de casos em todas as faixas a partir de 10 anos – referência para início da adolescência por conta do ciclo de vida e diferente da divisão etária feita pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.

No intervalo de 2018 a 2022 foram 10.659 notificações, o equivalente a 43,2% do total.

“A violência é complexa e muitas vezes estigmatizada e de difícil condução. Precisamos falar mais sobre esta temática e o boletim consegue, em partes, demonstrar este perfil e onde devemos atuar de forma a garantir uma sociedade mais justa e livre da violência”, avaliou a responsável técnica pelo Sisnov, Juliana Bassul.

“O maior número de notificações [nestes quatro anos] foi realizado pelas unidades da Secretaria Municipal de Saúde, com 5.641 notificações (54%), seguidas pelas unidades da Secretaria Municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos, com 3.144 notificações (30%), e pela Unicamp/Caism, com 835 das notificações (8%). Esses três grupos são responsáveis por 90,3% das notificações”, informa trecho do boletim

 

Violência em crianças e adolescentes

O levantamento mostra que, a partir de 2021, o número de notificações aumentou para crianças e adolescentes. No ano seguinte, em contrapartida, houve redução de casos no grupo de crianças, enquanto que para o de adolescentes verificou um novo aumento.

Desde 2018, a maioria das notificações de violência contra crianças e adolescentes foi para vítimas do sexo feminino, sendo 55,1% de crianças e 63,4% de adolescentes.

Com relação ao tipo de violência registrada, as notificações de crianças foram principalmente a negligência, em 42,7%, seguida de violência sexual, que representou 27,3% do total.

Já em adolescentes, o tipo de violência notificado com maior frequência foi a violência sexual, em 23,2%, e na sequência aparece a tentativa de suicídio, com 20,8%.

 Nas estatísticas sobre crianças, os principais autores foram os cuidadores diretos (mãe, pai, madrasta, padrasto), e para adolescentes foram os próprios indivíduos, informou o boletim.

 

Violência em mulheres

O levantamento enfatiza que “a violência contra mulheres é um importante problema de saúde pública que vem apresentando aumento expressivo desde o ano de 2020 para todas as faixas etárias”. A predominância de casos está na faixa etária de 30 a 59 anos.

A violência notificada com maior frequência foi física, com 46,3% do total, seguida das tentativas de suicídio, com 27,5% e tendência de aumento nos últimos dois anos.

Sobre o autor, “nota-se aumento considerável naquelas em que a própria pessoa foi responsável, com 31% das notificações em 2022, dado importante para ser analisado em conjunto com o aumento de notificações por tentativas de suicídio a partir do ano de 2020.”

O cônjuge como autor representou, em 2021 e 2022, respectivamente, 24% e 25% do total de notificações. Já quando associados cônjuge e pessoa com relação próxima ou familiar, os valores foram 37% e 39%, o que demonstra proximidade do agressor com a vítima.

 

Violência em idosos

Ainda considerando-se o período de 2018 a 2022, as notificações de violência contra pessoas de 60 a 69 anos foram responsáveis por quase metade do total. No último ano, também houve aumento para faixas de 70 a 79 anos, e para 80 anos ou mais.

As principais vítimas foram do sexo feminino ao longo dos anos analisados.

 O tipo de violência mais notificado em idosos foi a física, com 35,4%, seguida da negligência, com 23,7% do total. O ano de 2022, especificamente, se destacou pelo aumento do número de notificações de violência física, negligência e tentativa de suicídio.

“Ao analisar os autores das violências contra a população idosa foi possível verificar que mais da metade das notificações envolveram, como autores, pessoas próximas à vítima. Com predominância de filhos e netos como principais autores”, informa o levantamento.

 

Suicídio

Houve aumento acentuado e progressivo das notificações por tentativas de suicídio em Campinas de 2020 a 2022, e a maioria das notificações, no período, envolveu a população do sexo feminino. “Foi possível observar, ainda, que a maioria das notificações de tentativa de suicídio ocorreu em indivíduos de 20 a 59 anos, e que residiam no distrito Sul”, diz texto.

 

O que está sendo feito?

Diante do novo Boletim Sisnov, o Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) destacou a importância da continuidade do processo de articulação e organização da rede de combate à violência, e das ações de vigilância para definir estratégias de enfrentamento.

“A notificação se revela como uma ferramenta fundamental para compreender o perfil da violência, possibilitando intervenções e ações preventivas. A abordagem intersetorial e a formação de redes para o atendimento de pessoas em situação de violência são indispensáveis para conduzir ações efetivas de prevenção e promoção da saúde.”

O Devisa reiterou que as secretarias têm realizado trabalho contínuo de sensibilização para o tema para aprimorar a qualidade dos dados de violência e fortalecer a rede de cuidado “ressaltando a importância de abordagens diferenciadas nas escolas, unidades de saúde e demais serviços, promovendo uma escuta qualificada e protegida”.

 

Tags: altaaumentoboletimCampinascriançaidososmulheresnotificaçõesSisnovviolência
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