A partir desta segunda-feira (19) um radar passa a funcionar na rodovia Dr. Heitor Penteado (SP-081), cerca de 80 metros após a Subestação Notre Dame da CPFL, posterior ao Clube Cultura, na região do Notre Dame, no Distrito de Sousas.
O equipamento foi instalado antes de um trecho que apresenta curva e busca estimular o cumprimento da velocidade regulamentada (70 km/h). Conforme a a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) o local é um ponto crítico e há necessidade de promover maior segurança no trecho. O radar foi remanejado de outro local e estava na mesma via, no sentido bairro – Centro.
Faixas informativas alertam a população sobre a presença do radar. Por esta região da Heitor Penteado circulam, em média, 18,7 mil veículos por dia. O fluxo médio veicular é medido pelos equipamentos de fiscalização eletrônica instalados na região.
“Identificamos a necessidade de reforçar a segurança neste ponto. Os radares podem salvar vidas. São ferramentas essenciais para garantir que todos tenham condições de se deslocar com segurança e estimulam o cumprimento das Leis de Trânsito”, justifica o presidente da Emdec, Vinicius Riverete.
O equipamento funcionava anteriormente na altura do número 2.051. O local já conta com conjuntos semafóricos, que vêm cumprindo o papel de ampliar a segurança viária. Conforme a Emdec, “por se tratar de um remanejamento, não houve, portanto, ampliação do total de radares ativos. Fica mantido o número de 144 pontos de fiscalização eletrônica em Campinas”.
Entre janeiro e julho de 2024, a rodovia Heitor Penteado registrou seis sinistros, sendo dois com vítimas feridas e quatro sem vítimas. Já em 2023, foram dois sinistros sem vítimas. Os dados são da Central de Monitoramento de Operações da Emdec, que coleta cerca de 30% do total de sinistros registrados no município, atendidos pelos agentes da mobilidade urbana.
O excesso de velocidade foi responsável por 34% (51) dos 149 sinistros fatais registrados em 2023. Entre janeiro e junho de 2024, cerca de 40% (8) dos 20 óbitos analisados até o momento tinham a velocidade como fator de risco.











