Amigos, fãs e colegas de trabalho estão se manisfestando sobre a morte do jornalista e músico Zeza Amaral. Confira:
“Envio meus mais profundos sentimentos de pesar aos seus amigos e familiares. Zeza Amaral é um grande ícone de uma Campinas que valoriza a arte, os amigos e as boas histórias. A partida de alguém querido nunca é positiva, mas espero que possamos encontrar conforto na lembrança dos momentos felizes compartilhados em vida”, Dário Saadi, prefeito.
“Eu estou triste. Choramos juntos pela perda deste amigo, do músico e jornalista, do homem e cidadão que tinha uma profunda relação de afeto com Campinas, cidade pela qual gostava de caminhar, observar as pessoas e espaços, e que servia de inspiração para seu trabalho e sua arte. Me solidarizo com a Beth, com seus filhos e amigos”, Denise Assis, jornalista
“A morte de Zeza Amaral abre uma lacuna na cultura campineira. Compositor dos mais inspirados, bom cantor, cronista de mão cheia e um proseador sem igual. Eu o conheci há muito tempo. Década de 1970, na Adega Florence, onde, em intermináveis noites, Zeza e alguns outros artistas disputavam quem mais encantaria a seleta audiência de boêmios. Fui um dos produtores do show “Olho de Prata”, onde ele, na companhia de Alfredinho Soares e Celinha, deslumbraram a plateia completamente lotada do Centro de Convivência de Campinas. Seu disco “Clareia”, que saiu logo depois, foi um marco: grandes músicas e um prêmio Sharp de melhor arranjo para o maestro Paulo Pugliesi. Depois ele resolveu se dedicar à prosa, escrevendo crônicas políticas sempre com a mesma verve, atacando os corruptos e mostrando caminhos para um Brasil melhor. Sus últimos anos ele passou ao lado da companheira Bete Rodrigues, o que foi, com certeza, uma recompensa. Já não conversava com ele há tempos. A última vez, por telefone, cumprimentei-o pelos 75 anos. Sua morte, dormindo, como nos informa a família, significa que ele partiu tranquilo. E deixa imensa saudade em todos aqueles que com ele conviveram”, Edmilson Siqueira, jornalista
“Uma perda inestimável para a música, o jornalismo e principalmente para Campinas”, Marcos Lodi, jornalista











