“Há apenas uma maneira de evitar críticas: não faça nada, não diga nada e não seja nada!” É com essa frase atribuída a um dos grandes nomes da filosofia grega, Aristóteles, cinco séculos a. C. que início o artigo de hoje. Posso contar com sua companhia? Espero que sim para juntos podermos refletir sobre decisões e seus impactos em nossas emoções.
Penso que a sociedade preza por uma “massa de pessoas”, passíveis de manipulação, que acatam ordens sem grande senso crítico, apenas esperando o final de semana, as férias, a aposentadoria, sem dar chances para que alguém saia da zona de conforto, use sua criatividade e proponha novas oportunidades e experiências sociais sem segundas intenções, apenas visando o bem-estar social.
Quando uma dessas pessoas começa a ter a ousadia de tirar do papel o que têm ali planejado ela necessita estar ciente de que quanto maior seu nível de contribuição e de ousadia para tal feito, maior será o nível de perseguição que irá sofrer.
Podemos citar aqui uma belíssima definição de inveja que não se trata de querer ter/ser igual ao outro, mas que esse outro não tenha o que tem muito menos seja quem é! “Há apenas uma maneira de evitar críticas: não faça nada, não diga nada e não seja nada!”, essa frase traz que interpretação para você minha querida leitora, meu caro leitor?
Parece-me que ela há 500 anos a. C já previa o que ainda acontece na contemporaneidade que é uma perseguição, com calúnias, injúrias, difamações, fofocas por um grupo seleto não tolerar que alguém venha comprometer um sistema que “funciona muito bem” (apenas para alguns).
Basta um vaga-lume para iluminar um ambiente escuro, um pequeno inseto muda o ambiente, um pequeno gesto muda um ambiente, assim como uma palavra, ou até mesmo o silêncio não entrando em uma discussão nada produtiva e por vezes intencional pelo grupo rival. Críticas serão proporcionais ao seu destaque profissional e pessoal, aconselho você a se acostumar com elas…
Vivemos em uma sociedade que valoriza erros, se você acertar 9 entre 10 atividades, tenha certeza de que o grupo seleto que controla o sistema social irá incentivar a “massas de manobra” a valorizar o erro, destacando-o e cancelando você que errou (termo usado nos universo digital).
Críticas podem acometer e muito o bem-estar social, a sua saúde mental, podem lhe fazer parar, desistir, por vezes você estará sozinho, haverá sim pessoas que partilham dos mesmos ideais inovadores que você, mas não espere delas uma postura corajosa de “comprar a briga lhe defendendo”.
Sinto que estamos vivendo em uma sociedade pós-pandemia com uma personalidade egoística ao qual “Se não me diz respeito e não me causa impacto, o por que eu deveria me intrometer?”.
Vá, vá mesmo devagar, mesmo tropeçando, mesmo sendo perseguido, difamado, pois se você pretende levar conteúdos como palavras e ações que podem sim trazer o bem estar social e emocional, pense nos ganhos e nas vidas que irão se beneficiar!
Não dependa de elogios, não se abale com críticas, tenha personalidade, se comunique e faça! Vá sem olhar para trás. Grande abraço.
Thiago Pontes é Filósofo e Neurolinguísta (PNL) – Instagram @institutopontes_oficial







