Há seis jogos sem derrota, porém com apenas uma vitória em 11 jogos, na 16ª colocação da Série B, com nove pontos, a Ponte Preta poderia estar em uma situação mais confortável na tabela não fossem erros de arbitragem em lances capitais nas últimas duas rodadas.
No primeiro tempo do empate por 0 a 0 com o Avaí, na última terça-feira (6), no Moisés Lucarelli, o meia Camilo foi derrubado pelo goleiro Glédson dentro da área, mas o árbitro Tiago Nascimento dos Santos (PE) entendeu como simulação e ainda advertiu o jogador pontepretano com cartão amarelo.
Já no empate por 1 a 1 com o Náutico, na última segunda-feira (12), nos Aflitos, o atacante Moisés foi derrubado dentro da pequena área logo no primeiro ataque do jogo, mas o pênalti foi ignorado. O atacante pontepretano ainda se levantou e finalizou a gol, mas a bola foi tirada em cima da linha pelo defensor do Timbu. Depois, no início do segundo tempo, o gol da equipe pernambucana nasceu de um escanteio assinalado de forma equivocada.
“Ficamos extremamente chateados com a arbitragem e não foi somente ontem. Já tinha acontecido contra Brusque, Operário e Avaí. Já são quatro ou cinco situações que estamos sendo bastante prejudicados e temos registrado isso com ofícios. Temos de lutar e vamos mais uma vez registrar os erros de arbitragem. Isso não é justo”, bradou o executivo de futebol da Ponte Preta, Alarcon Pacheco.
Diante dos erros graves, a Ponte Preta registrou queixa contra o árbitro Jonathan Antero da Silva, da Federação de Rondônia, que apitou o duelo contra o Náutico. “Não é fácil jogar com o líder invicto fora de casa e ainda se escala um juiz sem representatividade nenhuma que nos prejudica claramente em campo. Teve uma penalidade com dois minutos e depois um escanteio que era tiro de meta para a gente. É lamentável essa situação. O ocorrido na noite de segunda foi um absurdo e vamos pessoalmente à CBF cobrar respostas e soluções, além de procurar apoio da Federação Paulista para que a gente não sofra mais. Estamos deixando muitos pontos para trás por causa de arbitragem”, reclamou Pacheco.











