O prédio do Jockey Club Campineiro, no Centro de Campinas, é uma das joias de arquitetura da cidade. Projetado pelo engenheiro Augusto Lefréve, com fachada e decoração interior inspirados nos palacetes franceses do final do século 18, foi inaugurado em 1925, construído para ser sede do Jockey Club Campineiro, fundado em 19 de setembro de 1877 por Antônio Egídio de Sousa Aranha, Francisco Elisiário, Francisco José de Camargo Andrade e José Francisco Aranha. Suas praças de corridas foram os extintos Hipódromos do Bonfim e da Boa Vista.
A área de 1.638 metros quadrados e quatro pavimentos movimentou muito dinheiro com as apostas das corridas de cavalo. Da época da conclusão de sua sede até a década de 1970, o clube viveu um período de muito movimento, sendo palco de grandes festas da sociedade campineira, recitais de piano, violino e canto das famílias tradicionais.
Em 9 de maio de 1974, foi disputado o último páreo no Hipódromo da Boa Vista. Com o fim das corridas de cavalos em Campinas, o clube entrou em decadência mas continuou a existir. O prédio foi completamente revitalizado, passando a abrigar além da sede do clube e de um restaurante pré-existente, uma casa noturna.
Em 2008, a revitalização do edifício do Jockey Club foi concluída com a instalação de um projeto luminotécnico.
O prédio abriga o primeiro elevador de Campinas, modelo conduzido por ascensorista e com grades sanfonadas no lugar das portas. O equipamento é datado de 1906. O palacete foi tombado como patrimônio histórico de Campinas em 1994.
📷 Ensaio Campinas, 252 anos – por Leandro Ferreira




Arredores
No passeio a pé para contemplar a fachada do Jockey Club, também pode-se conhecer o Monumento Túmulo do compositor e maestro Carlos Gomes, que fica na mesma praça. Para completar o tour, vale uma parada em alguns dos bares e lanchonetes que servem os clientes com mesas na calçada.
Fonte: Hotsite/Prefeitura de Campinas












