A Unicamp é atualmente a segunda melhor universidade do Brasil. A classificação foi apontada pela edição 2025 do QS World University Ranking (QS WUR 2025), um dos principais rankings universitários internacionais.
A classificação ainda coloca a Universidade Estadual de Campinas como a 10ª melhor da América Latina e a 232ª do mundo.
Na edição 2025 do QS WUR, foram avaliadas 5.663 instituições de ensino de 106 países, com 1.503 instituições classificadas.
“É uma posição honrosa para a Unicamp estarmos entre as melhores instituições do mundo e, sobretudo, no país e na América Latina”, avalia Fernando Sarti, pró-reitor de Desenvolvimento Universitário. Segundo Sarti, a estabilidade no posicionamento da Universidade é um indicador positivo: “Isso mostra que traçamos estratégias corretas de desenvolvimento”.
Do Brasil, foram avaliadas 35 instituições. A Universidade de São Paulo (USP) foi considerada a melhor do país e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ficou na terceira colocação.
O ranking é elaborado a partir de nove indicadores com pesos diferentes: reputação acadêmica, que corresponde a 30% da pontuação de 0 a 100 recebida pelas universidades; citações por docente, com peso de 20%; reputação empresarial (15%); relação aluno-docente (10%); resultados de emprego (5%); internacionalização do corpo docente (5%); internacionalização do corpo discente (5%); rede internacional de pesquisa (5%) e sustentabilidade (5%).
A pontuação final da Unicamp foi de 42,9, resultado acima do registrado no QS WUR 2024, quando o número foi 42,7. Já a posição da Universidade no ranking caiu de 220 em 2024 para 232 em 2025. O declínio se justifica pelo aumento no número de instituições participantes do ranking neste ano. No total, foram 2.963 universidades avaliadas em 2024 e 5.663 em 2025. Com os resultados obtidos, a Unicamp supera 84,6% das 1.503 universidades ranqueadas.
Sarti comenta que a grande vantagem de rankings universitários, como o QS WUR, é a possibilidade de a instituição se auto avaliar de forma sistêmica.
“Independentemente dos indicadores específicos, podemos analisar como nosso trabalho se equipara ao de outras grandes instituições do mundo e também o quanto ele evoluiu ao longo dos anos”, aponta o pró-reitor. (Com Unicamp)












