Depois de poucas viagens no mês de junho, com quatro partidas disputadas em Campinas e apenas uma fora do estado de São Paulo, a Ponte Preta agora vem enfrentando um período de longos deslocamentos.
A maratona de julho começou em Itajaí, em Santa Catarina, um dos pontos mais ao sul da Série B, onde a Macaca não saiu de um empate sem gols com o Brusque. Já no último fim de semana, a equipe alvinegra jogou em Belém do Pará, destino mais ao norte do campeonato, e voltou de lá com derrota por 1 a 0 para o Paysandu.
Agora, a Ponte se prepara para viajar para Recife, onde enfrentará o Sport no próximo sábado (27), às 18h, na Arena de Pernambuco. Assim, em apenas 10 dias, serão mais de 10 mil quilômetros percorridos, contando viagens de ida e volta.
Mas o maior deslocamento da Ponte Preta em toda a temporada ainda está por vir. Daqui a menos de um mês, no dia 20 de agosto (terça-feira), a equipe visitará o Amazonas em Manaus, a quase quatro mil quilômetros de distância de Campinas.
Para suportar o desgaste das viagens e dos jogos, com pouco tempo de descanso, o técnico Nelsinho Baptista elogiou o trabalho de preparação física do clube, departamento chefiado pelo profissional Thiago Vegette, em entrevista coletiva concedida logo após a vitória por 2 a 0 sobre o Vila Nova, na última terça-feira (23), no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas.
“A vitória foi muito importante. A gente vinha de um resultado bastante injusto, na minha opinião, pela forma como foi, o clima de tensão e calor. Estávamos temerosos, mas a preparação física nos ajudou muito e eles estão de parabéns. A equipe correu muito e foi o necessário para ganhar o jogo”, enalteceu Nelsinho Baptista.











