O técnico Élio Sizenando lamentou o que chamou de erros coletivos na derrota do Guarani por 3 a 1 para o Ituano, domingo (17), no Brinco de Ouro, e não deixou de assumir a culpa pelo resultado. O tropeço quebrou a invencibilidade do Bugre na Série C.
Para o treinador, a bola parada foi determinante para o tropeço. O Ituano abriu 2 a 0 em lances de cobrança de escanteio pela esquerda. No primeiro gol, GW desviou de cabeça e no segundo Neto Berola aproveitou rebote do goleiro Caíque França para chutar cruzado.
“Bola parada é erro coletivo. Tivemos falha de posicionamento. Não posso apontar esse ou aquele jogador. O erro foi do Élio. As duas bolas paradas mataram o jogo”, comentou o treinador, que também lamentou os equívocos no ataque.
“Tivemos volume, criamos situações. Acertamos bola na trave com o Raphael e com o Maranhão e o Cachoeira também teve oportunidades. Na frente, tem que matar. Contra o Maringá a bola entrou e desta vez acabou não dando certo”, comparou, lembrando da goleada por 5 a 0 na rodada anterior.
O treinador disse que a equipe “cometeu falhas que não vinham acontecendo”, mas também viu pontos positivos. “Temos que tirar proveito das coisas boas e corrigir o que faltou”, resumiu.
Desafio em casa
O Guarani tem três derrotas em 16 jogos na temporada e duas delas aconteceram no Brinco. Além de perder do Ituano, o Bugre também tropeçou em casa diante do Botafogo-SP, por 2 a 0, pelo Campeonato Paulista. O outro revés em 2026 foi contra o Novorizontino, fora, pelo mesmo placar, no Estadual.
Em 2026, foram oito partidas no Brinco, com 3 vitórias, 3 empates e 2 derrotas, aproveitamento de 50%.
A performance como visitante apresenta ligeira superioridade. Longe de casa, também aconteceram 8 partidas, com 3 vitórias, 4 empates e 1 derrota, aproveitamento de 54,1%.












