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Home Arte e Lazer

Grupo constrói cenário pós-apocalíptico em espetáculo sobre tempos atuais

Apresentação de “Se Morri Já Não Me Lembro: Um ensaio para recriar o mundo” acontece nos dias 29, 30 e 31 de julho

Redação Por Redação
22 de julho de 2022
em Arte e Lazer
Tempo de leitura: 3 mins
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Grupo constrói cenário pós-apocalíptico em espetáculo sobre tempos atuais

A Anímica Cia Teatral acabou sendo formada durante a pandemia. Foto:Divulgação

A Anímica Companhia Teatral, grupo formado por artistas de Campinas e São Paulo que estudam a técnica Michael Chekhov de teatro, estreia no dia 29 de julho o espetáculo “Se Morri Já Não Me Lembro: Um ensaio para recriar o mundo”. Esta é a primeira montagem do grupo, que terá três apresentações até o dia 31 do mesmo mês no Útero de Vênus, espaço cênico localizado no distrito de Barão Geraldo, em Campinas.

“Se Morri Já Não Me Lembro” lança um olhar sobre o tempo em que vivemos. A peça se constrói a partir da relação de duas irmãs – suas memórias, seus afetos, suas dores e seus silêncios – e serve como um espelho para refletirmos sobre questões que têm nos afligido nos campos social e político da atualidade. Como últimas sobreviventes de tempos apocalípticos, as duas lidam com suas vidas (e mortes) a partir de flashbacks e narrações.

Com cenas por vezes cômicas, por vezes mais densas e reflexivas, o grupo convida o público a viver nesta montagem momentos de riso e sensibilidade através de cenas do presente adulto e flashbacks que levam para a memória afetiva da infância e dos momentos desafiadores da adolescência. Assim, a vontade do grupo, ao final da apresentação, é a de que o público saia imaginando outros tipos de futuro possíveis, refletindo sobre o momento atual.

“A peça tem um caráter existencialista, então é sobre como as situações que a gente passa na vida fazem a gente ‘morrer’ e então ‘renascer’ a partir disso”, conta Sofia Fransolin, membro da Anímica Companhia Teatral e dramaturga da peça.

“Existe também aqui um lugar político, mais sutil, que fala desse momento que estamos vivendo de desesperança social. A gente olha para o lado e parece que não tem saída, é tudo terrível o tempo todo, com notícias ruins e sem perspectivas de melhora”.

O projeto “Se Morri Já Não Me Lembro: Um ensaio para recriar o mundo” é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa; produção da Território Produções e Anímica Companhia Teatral.

 

Pós-apocalíptico

Esta atmosfera ‘pós-apocalíptica’, como o grupo gosta de nomear, começou a ser concebida durante o período mais crítico da pandemia causada pela Covid-19. Foi nesta fase, entre 2020 e 2021, que os integrantes se conheceram: Sofia Fransolin, Cássio Prado, Giovanna Borges, Stephanie Degreas e Karen Mezza.

Os efeitos causados pela pandemia, pelo isolamento social e todos os processos de ordem individual e coletiva que temos vivenciado enquanto sociedade trouxe para eles a maior inspiração do espetáculo: a sensação de que o mundo acabaria a qualquer momento.

“Essa sensação, no meio do nosso processo de pesquisa para construção da dramaturgia, se revelou cíclica através dos tempos. Encontramos similaridades entre o que aconteceu agora com outras catástrofes mundiais, a exemplo da gripe espanhola no começo do século passado”, explica Cássio Prado, membro da Anímica Companhia Teatral e diretor desta montagem.

O ponto de encontro entre os artistas no meio deste processo foi o gosto pela técnica de teatro Michael Chekhov, que utiliza ferramentas como as atmosferas, a imaginação, os gestos e qualidades para compor a montagem cênica de forma poética e livre. Os primeiros ensaios aconteciam virtualmente e, pouco a pouco, os integrantes voltaram aos encontros presenciais, gerando assim o nascimento da Anímica Companhia Teatral.

 

Estreia nos palcos

Para realizar sua primeira série de apresentações presenciais, a Anímica escolheu o espaço Útero de Vênus como seu local de nascimento. “Este espaço é cuidado por Verônica Fabrini, professora de Artes Cênicas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) responsável por inserir a técnica Chekhov no departamento. Todo o espaço em si é muito gostoso… é pequeno, quase uma casa, um lugar intimista, e tem tudo a ver com a peça”, diz Sofia Fransolin.

 

Serviço

“Se Morri Já Não Me Lembro: Um ensaio para recriar o mundo”

Grupo: Anímica Companhia Teatral

Datas: 29, 30 e 31 de julho (sexta-feira, sábado e domingo)

Horário: sexta-feira e sábado às 20h; domingo às 19h

Local: Útero de Vênus, Campinas/SP

Endereço: Rua Edna de Barros Sanchez, 79, Vila Santa Isabel

Classificação etária: 16 anos

Ingressos: R$ 10 (antecipado por mensagem no Instagram do grupo, @animicaciateatral) ou R$ 15 (na portaria)

Tags: anímicaApresentaçãoBarão GeraldoCampinaschekhovcompanhiaespetáculoestreiamorriteatralútero de vênus
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