Depois de dois anos, o Guarani volta a Manaus, nesta quarta-feira (24), para enfrentar o Amazonas, clube fundado em 2019, em duelo válido pela 17ª rodada da Série B. Na última visita à capital amazonense, o Bugre obteve a maior renda de sua história, em partida contra o Vasco. Já diante de um clube local o Bugre não joga na cidade há 18 anos. Em 29 de abril de 2006, ficou no empate por 1 a 1 com o São Raimundo, também pela Série B.
Na história, o Guarani jogou em Manaus sete vezes, todas pelo Campeonato Brasileiro, contra quatro adversários. O retrospecto na cidade é de duas vitórias, três empates e duas derrotas.

A estreia na cidade foi em 1973, quando o time era comandado por Zé Duarte, cuja morte completou 20 anos na segunda-feira (22). Na ocasião, o Bugre ficou no empate por 1 a 1 com o Nacional, primeiro clube da Região Norte a participar da primeira divisão do Campeonato Brasileiro.
Em 1975, o time de Campinas voltou a visitar o mesmo adversário pela elite nacional e venceu por 1 a 0.
Um ano antes, veio a primeira derrota em Manaus. Também comandado por Zé Duarte, o Guarani perdeu do Rio Negro por 1 a 0 em 1974. Dois anos depois, diante do mesmo adversário, veio a vitória mais expressiva na cidade: 3 a 0.
Após 1976, o Guarani só voltou a jogar em Manaus em 2005, quando perdeu por 3 a 0 do São Raimundo, antes do empate no ano seguinte. Os três clubes do Amazonas que o Guarani enfrentou disputam hoje competições regionais. No Estadual deste ano, o Rio Negro foi rebaixado para a segunda divisão.

Já em 2022, o Guarani foi mandante diante do Vasco pela Série B na Arena da Amazônia já que o Brinco de Ouro passava por manutenção. Com maioria esmagadora de vascaínos, o estádio recebeu 33 mil torcedores o que resultou em um faturamento de R$ 2.801.270, a maior renda bruta da história do Guarani. O jogo terminou 0 a 0.
O Amazonas
Adversário do Guarani nesta quarta no Estádio Carlos Zamith, o Amazonas tem cinco anos de existência. A principal conquista da chamada Onça Pintada até agora é o título da Série C do Brasileiro no ano passado.
O time tem dois acessos nacionais consecutivos e entrou para a história da Arena da Amazônia ao levar 44.500 torcedores ao estádio na partida contra o Botafogo-PB em outubro do ano passado – os donos da casa venceram por 2 a 0 e se garantiram na Série B. Trata-se do segundo maior público da Arena, que completou dez anos em março.











