O processo que questiona as Eleições Gerais do Guarani teve desdobramentos nesta sexta-feira (17). Depois de anular o resultado do pleito de dezembro do ano passado em decisão liminar, a juíza Ana Lia Beall, da 11ª Vara Cível de Campinas, determinou a realização de novas eleições em um prazo de 30 dias corridos.
No mesmo despacho, a juíza atende parcialmente o recurso do Guarani, que pretendia derrubar a liminar, cujo teor aponta irregularidades no processo de impugnação da candidatura de Felipe Roselli, líder da oposição e requerente da ação.
Em um complemento de sua decisão, manteve os cargos atuais nos Conselho de Administração (CA), Conselho Deliberativo (CD) e Conselho Fiscal (CF) até novas eleições. A preocupação no Brinco de Ouro era a falta de representatividade do clube com a suspensão da posse dos eleitos em dezembro.
De acordo com o prazo estabelecido, as novas eleições acontecerão em 17 de maio, sem mudanças na Comissão Eleitoral.
O Guarani contesta a posição da juíza e por meio do advogado André Torquato, que também é presidente do CD, apresentará um recurso (agravo de instrumento) no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo na capital para reverter a decisão e manter o resultado das eleições realizadas em dezembro de 2025. A resolução do Tribunal terá caráter definitivo.
Em campo
A direção do Guarani busca blindar o elenco das questões extracampo e manter o time focado na partida contra o Itabaiana-SE, neste domingo (19), às 16h30, pela terceira rodada da Série C.
Será o segundo jogo seguido do time no Brinco de Ouro depois da vitória por 2 a 0 sobre o Volta Redonda. Na estreia, o Bugre ficou no empate por 1 a 1 contra o Maranhão, em São Luís.
A tendência é de que o técnico Élio Sizenando mantenha a formação titular do último compromisso. Com os laterais Rian e Renan Castro, além do atacante Maranhão liberados pelo departamento médico, Élio ganha novas opções para o duelo.











