A diretoria da Ponte Preta garantiu que os jogadores receberam um mês dos salários atrasados na quarta-feira (24), véspera de Natal. A informação é de que parte dos valores bloqueados foi liberada e o clube conseguiu realizar o pagamento para a maioria dos atletas do elenco. As pendências, no entanto, chegam até sete meses em alguns casos. Diante do impasse, o grupo está sem treinar desde o início da semana, após o anúncio de uma greve. A promessa é de retorno às atividades depois da regularização dos vencimentos.
“Acredito que até o fim da semana que vem todos estejam treinando”, afirmou o vice-presidente e diretor de futebol da Ponte Preta, Marco Eberlin, em entrevista à Rádio Bandeirantes. “Quem ficar, vai receber salário, vai ter os vencimentos colocados em ordem”, prometeu.
Integrantes da comissão técnica, departamento de futebol, categorias de base e funcionários seguem sem receber.
Baixas
Recém-contratados para a temporada 2026, o zagueiro Wallace e o lateral direito Gabriel Inocêncio decidiram não ficar no Moisés Lucarelli em razão da crise financeira e já deixaram o clube. O lateral-esquerdo Kevyn, o volante Léo Oliveira e o atacante Diego Tavares seguiram o mesmo caminho. Novas baixas no elenco não estão descartadas.
A Ponte Preta tem estreia marcada no Campeonato Paulista para o dia 11 de janeiro, contra o Corinthians, na Neo Química Arena.









