O Vôlei Renata adota, a partir deste janeiro de 2026, uma nova política de ingressos para os jogos da Superliga Masculina realizados no Ginásio do Taquaral, em Campinas: os ingressos serão comercializados.
Conforme a direção do Vôlei Renata, a cobrança tornará o clube mais sustentável financeiramente e, ao mesmo tempo, irá gerar benefícios ao esporte da cidade. Isso porque 30% da arrecadação será destinada ao FADA (Fundo Municipal de Assistência ao Desporto Amador), conforme obrigatoriedade da legislação. “A destinação desse recurso reforçará o apoio às modalidades com menor capacidade de captação de verbas e vai garantir o investimento esportivo direto no esporte local”, destaca a diretoria.
Os valores dos ingressos serão divulgados antes das partidas, e a cobrança ocorrerá nos jogos da Superliga previstos para este ano. As partidas da Copa Brasil e do Campeonato Paulista continuarão com a entrada solidária, com o ingresso sendo trocado por um quilo de alimento não perecível.
Com a cobrança de ingressos, o clube passa a pagar um aluguel para uso do Ginásio do Taquaral, de acordo com a legislação em vigor, quando há cobrança de ingressos.
O primeiro jogo sob a nova política de ingressos será no dia 21 de janeiro, quando o Vôlei Renata enfrenta o Viapol São José, às 21h, no Ginásio do Taquaral.
O projeto vai manter a meia-entrada solidária: quem optar por ela, pode doar 1 kg de alimento não perecível para o Banco de Alimentos de Campinas. Em 15 anos, essa iniciativa já arrecadou quase 200 toneladas de alimentos, beneficiando anualmente cerca de 40 mil pessoas.
“Os eventos esportivos se consolidaram como opção de lazer. O Vôlei Renata vem investindo para oferecer a melhor experiência possível ao torcedor. Junto com a Prefeitura de Campinas, avançamos no cadeiramento, na iluminação e no entretenimento. Depois vieram um mascote, o telão, uma equipe de animação, mais brindes e serviços de alimentação ampliados. Com tudo isso, entendemos que a cobrança de ingressos é um movimento natural”, afirma Fernando Maroni, diretor da ESM Sports Business, gestora do Vôlei Renata.
A mudança acompanha as diretrizes da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), que incentiva a profissionalização dos eventos esportivos, alinhada ao padrão internacional e ao processo de modernização da liga nacional, destaca o diretor. Segundo Maroni, o torcedor, que sempre lotou o ginásio durante os jogos, vai continuar assistindo às partidas porque será participante do ecossistema esportivo da cidade.











