A empresa QWS Serviços, responsável pela contratação de um trabalhador de 43 anos que morreu em junho após ser atingido por uma peça metálica dentro da Refinaria de Paulínia (Replan), divulgou uma nota oficial em resposta à manifestação realizada na última quinta-feira (10), em frente ao complexo industrial, em Paulínia.
O protesto, que interditou a Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP-332) nas primeiras horas da manhã, foi motivado pela cobrança de providências e apoio à família do operário, que prestava serviço terceirizado na refinaria.
Segundo a Rota das Bandeiras, concessionária que administra o trecho, cerca de 30 pessoas participaram do ato, que bloqueou o tráfego no km 128 da rodovia por cerca de três horas.
Na nota, a QWS afirmou que tem prestado suporte psicológico e material à família do colaborador desde o acidente.
“As obrigações financeiras foram cumpridas imediatamente e os benefícios estão mantidos. Como nosso serviço social mantém contato frequente com a família e o Sinticom (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário), a empresa recebeu com surpresa a notícia de manifestação de protesto para exigir posição da empresa sobre a garantia de subsistência da família.”
A companhia também informou ter entrado em contato com a presidência do Sinticom, que teria declarado não ter envolvimento direto com o ato.











