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Home Opinião

Artigo: Minha Jangada de Velas – por Rubem Costa (II)

Redação Por Redação
23 de abril de 2026
em Opinião
Tempo de leitura: 10 mins
A A
Artigo: Minha Jangada de Velas – por Rubem Costa (II)

Foto: Freepik

Escola pública, o curso era gratuito, mas sempre trazia despesas, pois havia de se comprarem livros e cadernos. Ainda em tratamento, me senti acanhado em pedir o gasto a meu pai que lutava com as dívidas provocadas pela minha doença.

Precisava também de terno e gravata, que era como, então, se frequentavam as aulas. Não, decididamente não tinha coragem de pedir, de assoberbá-lo com esse novo peso.

Mas precisava comprar. Vai daí que a necessidade, mola da invenção, me trouxe a ideia de fundar um jornalzinho para circular nas várias escolas da cidade, agitando assuntos de interesse da classe. Tiraria anúncios na praça, pensei, que depois de pagas as despesas da impressão, dariam sobra para minha sobrevivência.

Se assim entendi, melhor o fiz. Saí à rua, batendo pacientemente em cada porta comercial, numa retórica que até então não imaginara em mim. Para sossego e paz, milagrosamente, ganhei, mesmo a duras penas, a propaganda.

Resolvida a parte material, sobreveio o problema da redação. Não tendo como pagar auxiliar, não podia consequentemente dividir tarefas. Passei eu mesmo – a um só tempo – ser redator, revisor e paginador.  E “O Estudante” se espalhou pelas escolas.

Comecei a escrever, dando ao jornalzinho, ainda que não deliberadamente, impulsionado apenas pelos pendores político-sociais preexistentes em mim, uma orientação diferente das outras folhas estudantinas, quase sempre limitadas a servir de correio elegante entre os escolares.

Talvez por causa da segregação a que me impusera a tísica e o desafio da morte, mostrava-me impetuoso.

Por uma das críticas que publiquei, fui alvo de séria advertência de um inspetor federal que, mordido em sua indolência, ameaçava denunciar minha ousadia à polícia de Felinto Muller, o poderoso chefe da repressão no tempo da ditadura de Vargas. Mal sabia ele que em meus sonhos fustigados pela foice da parca, já não temia o vai vem das ondas.

Estávamos em 1937. O “Estudante”, extrapolando a leitura dos alunos, invadiu também a sala dos professores, posto que punha em discussão questões afetas ao desenvolvimento do ensino e funcionamento dos educandários.

Sem querer, levado apenas pela urgência em preencher as colunas vazias do jornalzinho, estava espalhando opinião. Fiquei conhecido, a ponto de terminar eleito presidente da Rede Jornalística Estudantina do Estado.

O hipotético general, aquele que queria uma farda de gala para dançar nos salões, estava, agora, nas ruas, plumitivo de mangas arregaçadas, tirando propaganda e se tornando soldado do jornalismo. No final do ano, quando já me promovia para a última série do curso de formação de professores, fui surpreendido por um convite, o da gerência do “Diário do Povo” para integrar a redação do jornal.

Era a jangada que se divertia, trocando o norte da bússola para lançar nas tintas da imprensa em defesa da liberdade quem, pouco antes, tolamente sonhara em se perfilhar em posição de sentido – “ordinário marche!” – ao berro imbecil de um sargento qualquer.

Aqui faço uma pausa, pois estou a me recordar que na mesma aula de canto orfeônico em que, como disse, a jangada se apresentou a mim, outra figura do mar se esgueirou da batuta  da maestrina, me segredando uma canção de Offenbach:

“Para as costas da amada terra
Rema barqueiro, já.
Luzes cintilantes hospitaleiras
Nos chamam lá

Voguemos sem temor
Sobre as ondas de anil
Enquanto sobre o mar
Passa a brisa sutil “.

Nas ondas rolantes, a barca sem nome, os ventos jogavam.

A Passageira

Ao silvo de um apito,
Um canto de amor.

Janeiro, 31 – Domingo –  Antevéspera do Carnaval – Companhia Paulista de Estradas de Ferro

Quando o trem parou, uma multidão frenética me atirou, quase voando, entre zabumbas, vagão a dentro até perto de um banco duplo da primeira classe, onde, por milagre sentadas, duas meninas se divertiam com a azoada.

Empurrado, quase fui parar no colo de uma delas. De uma delas, repito, de olhos claros e cabelos negros a emoldurar o rosto moreno, que mexeu de pronto com meu antigo sonho de cadete.

Por coincidência me achava embiocado num terno azul marinho com gravata de bolinhas vermelhas e lenço da mesma cor pendente do bolsinho superior do paletó. Vestígios de um uniforme de gala.  Estava já a me empertigar como pavão, quando o grotesco aconteceu.

De repente, no trem apinhado, o vagão estremeceu com o estouro da boiada. Uma horda de mascarados invadia em terremoto os corredores, estrondando com uma bateria infernal de bumbos, clarinetas, trombones, cavaquinhos e apitos soprados por uns apalermados de postiças barbas pretas mal ajustadas na cara. Palhaços ou desordeiros?

Não. Apenas uns brutamontes que acreditavam estar tocando uma marchinha de carnaval. Mixórdia pura, sem ritmo, nem graça. Barulho e algazarra. Quando a boiada se aproximou, foi o pior.  Pior porque gritavam o meu nome. Fingi que não ouvia, dando-lhes as costas. Disfarce inútil.

Comandados por Gigolé, o Barbudo, que eu bem conhecia, os safardanas me rodearam, saudando-me como herói do bando. Com a delicadeza de elefante, me ergueram do solo, quase me atirando sobre a menina que estupefata não sabia a razão da brincadeira bestial, nem mesmo que as catraias eram do Botafogo, onde eu residia e o Barbudo imperava como cacique.

Criado no bairro, todos me conheciam pelo nome e pelo trabalho.

Fiquei furioso com o vexame, porém, ainda assim, suportei estoicamente o gesto equino do Gigolé que, com um reco-reco na mão, me apontou para a moça, gritando: este vai fazer o discurso quando recebermos a taça.

Fazia, naquele momento, o seu legítimo papel de chefe tupiniquim que inventara o Bloco dos Barbudos- para desfilar na Festa da Uva em Jundiaí. Tinha me esquivado de escrever a letra da marchinha símbolo do Bloco imbecil, porém ele insistiu que, como jornalista, eu estivesse junto para discursar, se fosse o caso.

Certo de que os baderneiros não seriam classificados, concordara. Ao menos, passaria uma tarde movimentada na festa. Porém, agora, diante da moça atônita, me sentia arrependido, bestificado e envergonhado. Bem, envergonhado até o instante que em que, remirando a menina de cabelos negros e tez mourisca, fisguei nos olhos dela o brilho de uma conivência.

Depois, um sorriso esquivo e um coração batendo forte. A viagem era curta. Quando o trem parou, ao silvo de um apito, começava um canto de amor. A Banda, de repente milagrosamente afinada, descia tocando “As Pastorinhas”, marcha-rancho, que hoje, quando os anos passaram e os sonhos caminharam pelos portos inimagináveis de minha jangada, ainda ecoa aos meus sentidos como a melodia eterna que o tempo não apaga: a nossa música!

Brincadeira das palavras no jogo dos significados. Na interação do ser e ter – do mesmo modo que a jangada mergulhou em mim e eu mergulhei na jangada, – a passageira de um trem em festa ficou cativa de um sonhador e dona de um coração referto de esperanças.

Dizem os espiritualistas: – eis o um mistério que o senso bruto do homem não sabe explicar diante do relativismo das coisas conhecidas. Na forma de resposta cerebral, o sensorial ganha a dimensão cósmica de um mundo imemorial onde – quem sabe? – transitam e convergem vidas passadas.

E nessa hora, quando o senso lógico se conflita com a possibilidade do impensado, descobrimos o sentido místico que vagueia no horóscopo dos ventos. E aí que exsurge a montaria, a jangada de vela panda, recolhendo ora brisa amena que consola, ora o travessão que nos empurra mar a fora para inimaginados ancoradouros.

Desperdício é discutir o rumo eólio, a direção dos ventos. O que importa é agradecer o perfume da aragem que acaricia ou, no apocalipse da borrasca, agarrar-se às bordas da mimbura enquanto a jangada bambeia no olho da tempestade.

Ventos… Ventos não previstos escreveram esta história.

Um moço a pensar. Uma  menina a sonhar. Estávamos noivos há quase três anos e continuava a trabalhar, à noite, no jornal. Desdobrava-me durante o dia em atividades paralelas às da imprensa, sem a mínima intenção de exercer o magistério. Gostava do que fazia e teria prosseguido assim por longo tempo se não fosse a intuição de Ida que, querendo me ver fora das madrugadas, almejava, enfática cassandra, breve mudança nos meus hábitos.

Mal saído da adolescência, eu ainda não pensava no prefácio da sabedoria teimosa a nos fazer sempre ardilosas perguntas sem respostas:

quem ensinou à aranha tecer?

quem ensinou ao sabiá gorjear?

quem ensinou arquitetura ao joão de barro?

quem ensinou intuição à mulher?

Embora, para confortá-la, eu fingisse acreditar no seu presságio, não mexi palha para mudar a situação. Entretanto, na fala humilde de menina pobre, se projetava a força imanente e imensurável que lhe foi o traço dominante da existência. Acreditava. Acreditava sempre. E sempre que acreditou, aconteceu.

 

Jangada no mar,  ventos soprando – 1940

Dois sonhos nas ondas : Homem, aos vinte; Mulher, aos dezoito. Casamento marcado, nada havia em meus propósitos que pudesse prenunciar, para os dias do novo conviver, qualquer mudança na rotina do trabalho. Há noventa dias das bodas, me acomodava ainda em projetos que, se me davam satisfação profissional, não me eram economicamente nada confortáveis.

Havia muito que fazer naqueles dias. Publicar os proclamas de casamento, alugar casa e comprar os móveis. Na aritmética dos mil réis, a coisa se complicava. Somavam-se as despesas e diminuíam os recursos.

Estava embrulhado em cifras, fazendo cálculos, quando, à noite, encontrei na redação um recado para visitar, no dia seguinte, o presidente das Empresas Elétricas Brasileiras que era, então, a força do setor energético em todo o interior do Estado.

Pensando tratar-se de alguma reportagem, lá compareci logo de manhã, quando fui imediatamente encaminhado à sala da presidência. Mr. Goodrich, num português arrastado, com meu currículo na mão, me faz, sem delongas, um inesperado convite para trabalhar na empresa. Ante meu olhar atônito, acrescentou a única exigência de deixar o jornal e trabalhar exclusivamente para a organização: como assistente do Departamento de Divulgação e Relações Públicas. Salário – um conto de réis. Na minha matemática, foi um susto, já que ganhava somente um terço daquela quantia. Fingi pensar e com um ar de condescendência, aceitei.

A profecia. Saltando da batuta de dona Maria., a maestrina da velha Escola Normal, Offenbach me sussurrou: – “Um milhão de estrelas no céu a brilhar / rema barqueiro já!”.

Os ventos do mar sopram para a terra. A jangada se espraia nas areias brancas.

 

1941

Por causa dos compromissos no jornal, só assumi o novo cargo a 2 de janeiro. Os dias se mostravam amenos e o trabalho promissor. Projetos de publicidade e divulgação eram aprovados plenamente pela presidência. Vi divulgado pelo Estado inteiro um ícone de minha autoria que relacionava a figura mítica de Aladim, o da lâmpada mágica, com o “kilwat, seu criado elétrico” que era o lema publicitário da empresa- A publicidade caiu no gosto público e eu me sentiria bem por longo tempo, se não fosse um acontecimento inusitado que me pegou de surpresa.

Era julho. Recebi instrução para preparar um texto em que se anunciava a transferência da sede para São Paulo. Em casa, contei a ida que o Departamento, intimamente ligado à presidência, seria o primeiro a se transferir de Campinas. Uma sombra de angústia morou nos seus olhos. Não era por mudar da cidade, não, me disse ela:- mas, pelo futuro. A intuição batendo de novo. Batendo na vela branca da jangada que passava ao sopro do vento de terra, carregando-nos para um novo mar.

O deus dos ventos, recolhendo a brisa que refresca, ia soltando das montanhas, onde estava preso, Euro, a ventania, que sibila na tempestade. Desempregado, sem nenhum relacionamento social numa cidade de um milhão de habitantes, com um contrato de aluguel de casa por três anos a vencer, me vi, por vontade própria, sozinho no mar aberto. Embora consciente de que praticara o único ato compatível com a essência do meu ser, confesso que, aos vinte e dois anos, casado há dez meses, senti medo. Medo do futuro.

“Que nos perigos grandes, o temor
É maior vinte vezes que o perigo”

(Os Lusíadas, IV,2)

Era o medo que os psicólogos chamam de racional, sensato. Uma reação ante o sinal antecipador do dano que resultava da dedução primária, que vem do fato de que quem está desempregado não ganha.  Quem não ganha, não tem como pagar, pensava enquanto me afligia.

Embora apaziguado interiormente pela força do gesto que praticara, sentia-me abatido diante das sombras do amanhã. Carregado de emoção, não me teria sequer lembrado da lição de Hong, o maneta, se não fosse o sopro forte que a jangada recebeu do canto do mar, tantas vezes obrigado a decorar nos tempos do ginásio. – “As armas e os barões assinalados/ Que da ocidental praia lusitana/ Por mares nunca de antes navegados/ Passaram muito além da Taprobana/ E em perigos e guerras esforçados, / mais do que prometia a força humana/ Entre gente remota edificaram/ Novo reino que tanto sublimaram”.

Entretanto, não foi exatamente o Canto 1-i, de “Os Lusíadas” que me retirou da angústia e me pôs de novo na corrente da luta. A força veio do Canto IV,2, epigrafado, em que Camões, o caolho, se antecipando aos psicólogos da modernidade, mostrou que a nossa angústia enxerga mal a realidade.

Quando a jangada, no solavanco das ondas, quase me atirava impiedosamente às águas, me veio a lembrança o grande ensino. E pude me sentir mais forte ao leme, recitando que o temor muitas vezes é maior que o perigo.

Aliás, ainda que me não tivesse lembrado da lição escrita há cinco séculos, uma outra, bem mais próxima, ter-me-ia ensinado do mesmo jeito, na hora em que Ida, diante da notícia que lhe dei, em vez de chorar, sem uma palavra, apertando-me as mãos, caminhou ao meu lado, passo a passo, olhando para o infinito, desafiando o futuro.

No dia seguinte, estava em casa a matutar, quando pela porta entrou uma promessa. Acompanhado do marido, Ana Maria nos vinha visitar. Trabalhando como secretária no departamento da empresa, assistira à cena que resultou na minha demissão. Compreendi o gesto de conforto que nos vinha trazer. Porém, foi mais longe do que o esperado. Eridano, meio sem jeito, perguntou-me o que pretendia fazer. Respondi-lhe evasivo que ainda nada tinha em mente, pensaria mais adiante.

“Pois, olha, se pretender voltar para o interior, tenho um negócio a lhe propor. Tenho uma “rádio-janela” em Amparo que está fechada, por que um irmão cabeça de vento, que a gerenciava, sumiu me deixando dívidas. Se quiser comprar, eu lhe vendo”

Proposta destrambelhada, pensei. Quer vender uma empresa falida, cheia de dívidas, a mim que não tenho dinheiro para pagar o aluguel da casa. Ora, pois! Ia dizer alguma coisa a respeito, quando ele, pressentindo, acrescentou: “Se concordar, lhe entrego a aparelhagem, um amplificador, microfones e alto-falantes instalados na praça.  Ponha a coisa em funcionamento, depois, quando puder, me pagará”.

Transação louca.  Dois malucos em torno de uma hipótese. Ele a querer livrar-se de uma aparelhagem que não tinha onde pôr. Eu a constituir uma dívida que não sabia ainda como iria pagar. Bom para os dois? Sorte para ambos. Na incerteza dos ventos – “alea jacta est” – truco, negócio fechado.

Vela inflada, a barca sai do olho da tempestade.

A receita foi de César, o grande general de Roma que, na Gália cisalpina, acreditando em si mesmo, desafiou a maldição que pesava sobre as águas do Rubicon. Sem se importar com as trevas da profecia, que proibia e amaldiçoava quem atravessasse o rio, pôs suas hostes em marcha e venceu o mito.

Lançada a sorte, agitada pelas ondas correntes, a barca deslizava em busca do novo porto, indiferente aos arrecifes. Nos cimos dos amarrados troncos de “piúva”, alva se erguia a vela, segura e forte cravada na retranca da jangada, levando avante um sonho no remo e a esperança na carlinga.

Com a coragem de jangadeiro, no remo de comando, uma menina.

* Este artigo está sendo publicado em três partes (dias 22, 23 e 24 de abril)
* Revisão Maria Elisabete Costa Grinaboldi em 06/01/2026
Tags: homenagemHora CampinaslegadoMemóriaMinha jangada de velasRubem Costa
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