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Home Hora Campinas - um ano

As histórias de assombrações que atormentam Campinas

Grupo dá nova roupagem a casos misteriosos, esmiuça o sobrenatural e coloca em podcasts e no YouTube

Tote Nunes Por Tote Nunes
17 de outubro de 2021
em Hora Campinas - um ano
Tempo de leitura: 9 mins
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As histórias de assombrações que atormentam Campinas

Túnel da Vila Industrial que liga o Centro ao bairro. Foto: Leandro Ferreira/Hora Campinas

Inspirado na obra “Assombrações do Recife Velho”, de Gilberto Freyre, um grupo de contadores de história resolveu colocar a cidade de Campinas frente a frente com os próprios fantasmas. Os contadores revolveram camadas da história da cidade – do período escravagista até a primeira metade do século passado – e resgataram casos de assombrações, aparições, maldições “e tudo o que o inexplicável guarda em seus porões”.

Em seguida, transformaram todo esse material em podcasts e vídeos ilustrados com desenhos feitos à mão, que já estão nos principais agregadores e no YouTube.

Formado por Thiago de Souza e Silo Sotial (músico e roteirista), Julia Zampieri (jornalista e editora) e Matheus Hass (artista plástico) o grupo montou um projeto que foi batizado de “O que te assombra”.

 

 

O projeto consistiu em reunir histórias do sobrenatural, nascidas e cultivadas em Campinas ao longo de quase 300 anos de história. E foi assim que os contadores resgataram a terrível trajetória de Elesbão – o escravizado que acabou morto por enforcamento em 1835 – e depois decapitado – acusado de assassinato de um capitão. Dizem que até hoje Elesbão é visto por almas mais sensíveis jurando inocência e clamando por justiça.

Ou ainda, sobre os tristes acontecimentos que marcaram a vida da bela Maria Jandira – um rica senhorita que acabou num bordel e, desiludidada da vida, ateou fogo ao corpo vestida de noiva. Virou santa popular e até hoje tem um dos túmulos mais visitados do Cemitério da Saudade.

 

 

Ou ainda, a história do boi de Barão Geraldo que reclamou por ter de trabalhar em plena sexta-feira santa.

Ao todo, os contadores conseguiram reunir oito histórias de assombrações e almas penadas, em manifestações extraordinárias ou milagrosas, que pairam como uma nuvem sobre a cidade ainda hoje.

Além de Elesbão, Maria Jandira e o Boi que falou, o grupo reuniu a história do Fantasma que assusta pessoas que tentam cruzar o Túnel da Vila Industrial; da garota morta pela mãe que, pouco antes da meia-noite, surge do nada no ponto final da Linha 253 do Parque Via Norte; das muitas aparições de desencarnados na Fazenda Baronesa; do Bonde da Morte – cujos motorneiros se recusavam a levar até o ponto final, no Cemitério da Saudade por medo de almas penadas em busca de reparação.

Há, ainda, a história do maestro Carlos Gomes, que – inconformado com a forma como foi tratado em Campinas – volta e meia aparece para perturbar os vivos nas imediações do seu monumento-túmulo na Praça Bento Quirino, no Centrro de Campinas. (Veja todas as histórias abaixo)

 

Acaso

Para Thiago de Souza, o surgimento dessas assombrações não são um acaso. “Acreditamos que as assombrações têm sempre algo a dizer – apontar uma injustiça, denunciar um preconceito, uma covardia, evidenciar um desencontro, um desamor”, diz ele.

“Muitas vezes são feridas pessoais, comunitárias e sociais não cicatrizadas”, ensina.

Thiago diz que parte do trabalho foi coletado na internet ou em registros eventuais em outras fontes documentais, mas o grosso mesmo veio do trabalho de campo. “Falamos com muita gente. Ouvimos muitas histórias, afinal, essas coisas são experiência sensoriais. Não se acha nada disso em cartório”, argumenta.

“Também há o aspecto de que os causos de assombrações sempre foram transmitidos de maneira oral e vêm se perdendo ao longo do tempo. Então, outra ideia do projeto é imortalizar essas estórias no mundo virtual, para que fiquem disponíveis para as futuras gerações de apreciadores do gênero”, explica.

 

Ele diz que as oito histórias já finalizadas encerram a primeira temporada. Mas garante que há histórias campineiras ainda a serem contadas. Uma delas, lembra, é a do desabamento do teto do Cine Rink, ocorrido em 1951, quando 25 pessoas morreram na hora e 15 posteriormente.

 

O Cine Rink foi inaugurado em 1878 como uma esplendorosa casa de espetáculos. Comportava 1.200 pessoas. Além dos 40 mortos, o acidente deixou mais de 400 feridos.

“Há histórias segundo as quais, pessoas que fotografaram o resgate descobriram apenas espectros quando foram revelar os filmes”, diz. Thiago garante haver outras histórias, mas que ainda estão sendo formatadas.

 

Lápide no Cemitério da Saudade, em Campinas. Foto: Leandro Ferreira/ Hora Campinas 

 

São Paulo

Ele diz que pretende fazer o mesmo projeto na cidade São Paulo. Diz que há histórias saborosíssimas ligadas ao Anhangabaú, no Centro da cidade, por exemplo. “Anhangá, nas religiões indígenas, pode ser entendido como rio da face do Diabo”, diz ele. Inimigo de Tupã, Anhangá é o deus das regiões infernais.

“Também no Centro há histórias de extremo sofrimento como as dos incêndios do Edifício Joelma e Andraws”, conta. O Joelma pegou fogo em 1974, matando 187 pessoas. O Edifício Andraws foi consumido por um incêndio em 1972. Dezesseis pessoas morreram e ao menos 345 ficaram feridas.

Os episódios do projeto “O que te assombra” – Campinas

 

1º Episódio – No primeiro episódio o grupo traz alguns relatos e hipóteses sobre o Fantasma do Túnel da Vila Industrial, uma ou algumas assombrações relatadas em vários períodos históricos.

https://www.youtube.com/watch?v=C2R3iDHZhV0

 

2º Episódio – Mostra a história da aparição do espírito de Maria Jandira dos Santos para um funcionário do Cemitério da Saudade. O caso é apenas uma das nuances da história da morte, vida e encantamento dessa entidade milagreira da cidade de Campinas.

 

3º Episódio – Trata das aparições do espírito de Elesbão. Homem negro escravizado que foi enforcado no local onde se encontra o Largo Santa Cruz, no bairro Cambuí. A alma do homem que nunca assumiu a culpa de suas acusações, continua no mesmo lugar onde houve seu desencarne.

 

4º Episódio – Apresenta o relato das aparições da menina fantasma, da linha 253, com ponto final no Parque Via Norte. O ponto final do ônibus também é o playground de uma criança de outro mundo.

 

5º Episódio – Traz a controversa estória de Um Boi incorporado, que dá um recado a um homem escravizado, virando culto, festa e muita polêmica.

 

6º Episódio – Revive o conto do bonde da Morte. O grupo viaja no bonde que trilhou polêmicas nos anos 30 e que teve como passageiros mistérios e muitas assombrações.

 

7º Episódio – Apresenta uma testemunha ocular, que narra todas as assombrações e maldições de um dos locais onde ocorrem os maiores números de avistamentos de assombrações em Campinas: a Fazenda Baronesa.

 

8º Episódio – Traz um dos relatos das aparições do fantasma do maestro Antônio Carlos Gomes. Sim, do autor de Guarani e outras importantes sinfonias, vez ou outra aparece nas imediações de seu monumento-túmulo, na Praça Bento Quirino, perto da Igreja do Carmo.

 

Conheça as histórias

 

“O Fantasma do Túnel”

Túnel da Vila Industrial Foto: Leandro Ferreira/Hora campinas

Construído em 1918 como parte do projeto de instalação do Complexo Ferroviário, o túnel da Vila Industrial nasceu como um excelente atalho entre o bairro e o Centro de Campinas. Com apenas 160 metros de cumprimento, o túnel liga a região central à Rua Lidgerwood, mas há muito deixou de ser apenas uma passagem. Para muitos, a galeria abriga uma misteriosa aparição cuja forma se assemelha a de um homem, sem rosto. O fantasma emite uma luminosidade intensa, que clareia toda a arcada de concreto da construção, quase cegando quem pretenda encará-lo.

 

Elesbão
O escravizado Elesbão foi condenado por assassinato do capitão Luiz José de Oliveira, dono do Engenho Romão, terras entre a Vila de Jundiaí e a estrada que seguia para Itu. No ato teriam participado escravizados fugidos da fazenda do capitão que viviam em um quilombo para os lados de Belém (atual Itatiba). Elesbão, um adolescente, foi considerado o responsável pelo crime apesar de, até o momento da morte, ter jurado inocência. No dia do crime, ele foi detido e levado para São Paulo, juntamente com Narciso, outro escravizado, e ambos fugiram da cadeia.

 

Capela Santa Cruz, na Praça Santa Cruz: Elesbão: Foto: Leandro Ferreira/Hora Campinas

 

Narciso foi recapturado e enforcado em São Paulo no ano de 1833. Elesbão voltou para Campinas e viveu escondido no Engenho Romão até 1835, quando foi capturado por capitães do mato e só então sentenciado à pena de morte. Ele foi levado da Praça Bento Quirino (onde ficava a cadeia) em um cortejo até o Largo Santa Cruz, onde a primeira forca da cidade foi instalada.

A sentença determinou que sua cabeça fosse enviada para Jundiaí, e as mãos ficassem expostas em postes instalados em locais públicos, para servir de exemplo.

Havia uma determinação do imperador D. Pedro I para que as forcas fossem erguidas dois dias antes do cumprimento da sentença e retiradas dois dias depois. Em Campinas, ela permaneceu na praça até 1848, servindo a uma série de enforcamentos e depois transferida para o Campo da Alegria (hoje, Praça Sílvia Simões Magro — Largo São Benedito), onde permaneceu por alguns anos, até que numa noite foi incendiada pela população, que se mobilizou em uma campanha para acabar com os enforcamentos na cidade.

Boi Falô

Conta a tradição que na Sexta-feira Santa de 1888, um capataz da Fazenda Santa Genebra ordenou ao escravizado Toninho que fosse buscar alguns bois que estavam deitados num local conhecido como Capão do Boi (onde atualmente está o bairro Jardim Santa Genebra II.)

Mas ao chegar ao local para tocar os bois, um dos animais recusou-se a levantar, e ao ser açoitado pelo escravo, repentinamente o boi disse “Hoje não é dia de trabalhar! Hoje é Dia de Nosso Senhor Jesus Cristo”!” Toninho, aterrorizado, voltou à sede da Fazenda e contou ao capataz do ocorrido. O próprio capataz foi ao local tocar o boi e também ouviu o boi falar a mesma coisa.

Maria Jandira – a prostituta que virou santa

Maria Jandira dos Santos nasceu em Campinas em 1911, numa família tão rica quanto conservadora. Expulsa de casa ainda menor de idade por desafiar a moral católica da época – namorava e saía com muitos homens, por exemplo – acabou na rua e foi abrigada na pensão de Laudelina – a cafetina de um bordel localizado na Rua Visconde de Rio Branco, 631.

De beleza arrebatadora, Maria Jandira conheceu um rico construtor da cidade, chamado Carlos Pereira, que se apaixonou pela linda jovem. Ele logo propôs casamento à moça, prometendo que a tiraria “daquela vida”. Acreditando nas promessas do amado, Maria Jandira entregou-se loucamente ao amor. Porém, o rapaz não resistiu às pressões sociais e desfez o noivado, desaparecendo da sua vida.

Decepcionada e sem suportar a dor da rejeição, a jovem trancou-se em seu quarto, arrumou-se com o belo vestido confeccionado para o casamento, e derramou álcool sobre toda a cama e sobre seu corpo, ateando fogo em seguida. Maria Jandira morreu vestida de noiva, com apenas 23 anos. A única coisa que sobrou do incêndio foi um retrato seu, que hoje ornamenta o túmulo de número 298, localizado na quadra 28 do Cemitério da Saudade.

Com o passar do tempo, virou santa milagreira – muitas mulheres atestam que, por intercessão de Maria Jandira – foram curadas de grandes desilusões amorosas.

Menina fantasma da Linha 253

Motoristas e passageiros garantem que entre 23h50 e meia-noite é possível avistar o vulto de uma menina – de seus oito ou nove anos – próximo ao ponto final da Linha 253 do Parque Via Norte. Relatos indicam que há muitos anos, a garota foi morta pela mãe sem que até hoje se saiba o motivo e escondido o corpo da menina.

Depois de matar a filha, a mulher teria se suicidado. As pessoas acreditam que a aparição do espírito da menina no final da linha 253 é uma forma de indicar onde o corpo foi enterrado. A garota apareceria, ainda, para pedir ajuda.

Bonde da Morte

Em 1931, a Administração Municipal decidiu implantar a Linha do Bonde 11 – que tinha como ponto final na porta do Cemitério da Saudade – por isso, o nome de Linha da Saudade.

No entanto, desde a inauguração, o itinerário gerou problemas. Condutores e cobradores do bonde se recusavam a completar o percurso, retornando com o veículo algumas quadras antes do ponto final, principalmente no período noturno. O medo de se aproximar do cemitério à noite obrigava os usuários a percorrer o trecho a pé.

Em 1935, houve uma proposta de criação de um bonde especial, com adaptações que permitissem transportar os mortos da cidade até o Cemitério. O bonde da morte, como ficou denominado popularmente, jamais chegou a operar pelas polêmicas geradas na cidade.

Fazenda Baronesa

O episódio apresenta uma testemunha ocular, que narra todas as assombrações e maldições de um dos locais onde ocorrem os maiores números de avistamentos de assombrações em Campinas: a Fazenda Baronesa. Traz relatos de correntes sendo arrastadas pela casa e lamentos de negros escravizados cruelmente açoitados.

Maestro Carto Gomes

O último episódio da série traz um dos relatos das aparições do fantasma do maestro Antônio Carlos Gomes. Sim, do autor de Guarani e outras importantes sinfonias, vez ou outra aparece nas imediações de seu monumento túmulo, nas imediações da Basílica do Carmo.

 

Estátua do maestro em seu monumento-túmulo no Centro de Campinas: personagem icônico Foto: Leandro Ferreira/Hora Campinas
Tags: apariçõesassombraçõesCampinascausoscemitérioscomportamentocultura popularHistóriaHora CampinasmaldiçõesMemóriapesquisasobrenatural
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