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Home Hora Campinas - um ano

Incêndio em mata de Jaguariúna é controlado; vegetação foi devastada

Força-tarefa envolveu bombeiros militares de Campinas e Mogi Guaçu, além dos bombeiros municipais da cidade e brigadistas da AmBev e Motorolato de casas

Marcelo Pereira Por Marcelo Pereira
27 de agosto de 2021
em Hora Campinas - um ano
Tempo de leitura: 5 mins
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Incêndio em mata de Jaguariúna é controlado; vegetação foi devastada

Labaredas altas e perigosas na mata próxima ao Rio Jaguari: proximidade de casas no bairro deixou moradores aflitos Foto: Marcelo Pereira/Hora Campinas

O incêndio de grandes proporções que devastou uma área de mata nativa entre a quinta-feira (26) e esta sexta-feira (27) só foi controlado nesta madrugada, por volta das 5h. O fogo assustou os moradores e gerou momentos de tensão de quem mora nas imediações dos focos. O receio era de que as chamas alcançassem o trecho residencial. “Nunca tínhamos presenciado algo nessas dimensões”, lamentou Fernanda Tesche, diretora da Defesa Civil de Jaguariúna. A devastação foi geral: ela atingiu a mata nativa que circunda a AmBev e a unidade da Motorola, além de pastagens das fazendas do entorno. O local é conhecido como mata da Fazenda Santa Úrsula ou Mata do Celso. Não houve relatos de feridos.

De acordo com Fernanda, Jaguariúna contou com o reforço das unidades dos bombeiros militares de Campinas e Mogi Guaçu para enfrentar o incêndio. Eles assumiram o controle da operação, segundo ela. Os bombeiros municipais de Jaguariúna, num total de oito funcionários, deram apoio à operação. Até os motoristas da sua equipe colaboraram.

Moradores observam o foco de incêndio ao fundo Foto: Marcelo Pereira/Hora Campinas

Brigadistas das empresas AmBev e Motorola também integraram a força-tarefa, segundo a diretora da Defesa Civil. Havia uma expectativa na cidade de que os funcionários da AmBev seriam evacuados da fábrica, em função das grandes labaredas e da alta temperatura do fogo. Mas isso não se confirmou, segundo Fernanda. “As brigadas da AmBev e da Motorola são muito eficientes e muito competentes. Eles trabalharam até o último minuto”, ressaltou a diretora. As áreas de seguranda das empresas também se envolveram para ajudar na coordenação.

Veja o histórico da reportagem  

Quem mora em Jaguariúna viveu na tarde e noite desta quinta-feira (26) uma sensação de aflição e angústia por conta de um grande incêndio que consomiu uma mata próxima à unidade da AmBev. Desde a tarde, as labaredas indicavam focos sem controle.

O incêndio aconteceu numa área perto de residências e chácaras localizadas nas imediações do Rio Jaguari. A princípio, as chamas atingiam a vegetação do outro lado da margem. Mas o manancial é muito estreito e os moradores temiam que as labaredas de uma copa mais alta atingissem a outra margem, tornando o incêndio ainda mais perigoso. Além deste foco de incêndio próximo à AmBev, a cidade registrou outros em vários bairros da cidade.

A queimada de grandes proporções gerou ainda um fenômeno crítico. Sem vento, a fumaça derivada do fogo formou uma espécie de nevoeiro. Essa névoa de fuligem “engoliu” partes mais baixas de bairros como o Novo Jaguari, Berlim e Nova Jaguariúna. Muita gente saiu de suas casas para observar o incêndio. Parte registrou fotos e vídeos.

 

 

Fogaréu avermelhado é observado no fundo das casas localizadas na Avenida Lauro de Carvalho, no bairro Jardim Novo Jaguari Foto: Marcelo Pereira/Hora Campinas

 

 

Labareda alta no Novo Jaguari Foto: Pedro Basso/Divulgação
Labareda alta no Novo Jaguari Foto: Pedro Basso/Divulgação

 

O local do incêndio é muito próximo do Centro de Treinamento da base da Ponte Preta, em Jaguariúna. Jovens ficam em alojamento no CT. Moradores dos bairros, por conta da fumaça, passaram a ligar ventiladores e exaustores, além de colocar toalhas molhadas nas janelas. A preocupação era maior com pessoas mais vulneráveis, como idosos e crianças.

 

 

Onda de incêndios

A “bolha de calor” que resiste na região de Campinas e que terá uma trégua a partir desta sexta-feira (27) tem sido um combustível para potencializar as queimadas. A baixa umidade do ar e a ação humana irresponsável são a combinação perfeita para esse quadro crítico. Várias cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC) têm registrados focos. Alguns robustos, que exigem grandes operações de brigadistas. Outros menores, com intervenções mais rápidas.

Em Jaguariúna, por exemplo, outra grande queimada mobilizou o Corpo de Bombeiros em uma área verde da cidade no Jardim Carlos Gomes. Brigadistas municipais e militares trabalham no local para tentar conter as chamas, segundo nota da Prefeitura divulgada no site oficial. A Defesa Civil emitiu um alerta. O Município manteve-se em Estado de Atenção nos últimos dias. Nesta quarta-feira (25), foi registrada 20,6% de umidade relativa do ar.

 

Vegetação seca e a fumaça do foco em Jaguariúna Foto: Ivair de Oliveira/Divulgação

 

O Estado de Atenção é declarado quando a umidade relativa do ar está reduzida, com índice entre 20% e 30%. Isso significa que falta pouco para a cidade entrar em Alerta, quando a umidade relativa do ar fica abaixo de 20%. Campinas chegou a ficar abaixo de 12%, em situação de Emergência.

No início desta quinta-feira, dia 26, as equipes de Jaguariúna também combateram outro incêndio no Jardim Florianópolis.

 

Orientações

A diretora da Defesa Civil de Jaguariúna, Fernanda Tesche, pediu atenção redobrada para a população e deu algumas orientações:

 

♦ Mantenha-se hidratado, aumentando o consumo de água;

♦ Fique atento às crianças e idosos, para evitar a desidratação, que pode levar à confusão mental;

♦ Evite praticar exercícios físicos ao ar livre entre 11h e 16h;

♦ Procurar locais sombreados, protegidos do sol e arborizados;

♦ Umidifique o ambiente interno com uso de vaporizadores, toalhas molhadas e recipientes com água;

♦ Não realize queimadas e nem fogueiras (crime ambiental).

 

Trecho de estrada rural atingido pelas chamas em Jaguariúna Foto: Ivair de Oliveira/Divulgação

 

Quadro severo no estado paulista

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que 2021 é um ano vermelho para as queimadas. Desde 1 de janeiro até o último dia 25 de agosto, foram detectados pelo satélite de referência 3.485 focos de incêndio no estado de São Paulo.

Esse número é maior que 2020 (2.408), 2019 (1.579), 2018 (2.210), 2017 (1606), 2016 (2.260) e 2015 (1.144). Os dados comparativos usam a mesma base, de janeiro a agosto. Em relação somente a agosto, esse é o mês mais “incendiário” dos últimos dez anos, segundo o Inpe. Foram registrados até agora no estado 1.646 focos, dos quais um deles de grandes proporções, no Parque Estadual do Juquery.

 

Ambiente em chamas

Os incêndios florestais são considerados uma das maiores ameaças à biodiversidade e conservação ambiental, causando a morte de animais silvestres, prejudicando a vegetação, aumentando a poluição do ar, diminuindo a fertilidade do solo, além de apresentarem risco de acidentes de queimaduras com vítimas e afetarem a saúde da população. Estudos apontam que a maior parte dos incêndios florestais é decorrente de ação antrópica – causados pelo homem, de maneira acidental ou intencional –, entre eles, além das queimadas para fins agrícolas, queima de lixo, fogueiras e balões. Ao avistar fumaça suspeita ou fogo de incêndio em mata, informe imediatamente o Corpo de Bombeiros (193).

 

Fique alerta

♦ As queimadas emitem gases tóxicos que prejudicam o meio ambiente e a saúde humana, causando problemas no sistema respiratório e desordens cardiovasculares;

♦ Não faça queimada para limpeza de terreno ou para destruição de lixo, optando sempre pelo descarte no lugar indicado;

♦ Não jogue cigarros ou fósforos acesos às margens de rodovias;

♦ A soltura de balões, além de ser crime, pode provocar acidentes aéreos e incêndios;

♦ Incêndios florestais podem causar interrupção no transporte público, na distribuição de energia elétrica e nas redes de comunicação.

(Com informações da Prefeitura de Jaguariúna e da Defesa Civil de São Paulo) 

Tags: BombeirosCalorclimaDefesa CivilhidrataçãoincêndiojaguariúnaqueimadasRMCtemperaturatempo secoumidade relativa do ar
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