Em uma tarde de atuação abaixo do esperado, a Ponte Preta não saiu do empate por 0 a 0 com o Vitória, no último sábado (30), no Moisés Lucarelli, pela 32ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Novamente sem balançar a rede, o atacante Richard continua zerado em gols com a camisa da Macaca. Durante a partida, o jogador foi alvo de críticas por parte da torcida, e o técnico Gilson Kleina destacou a importância do atleta na equipe alvinegra.
“O Niltinho é um jogador que se lesionou e está voltando. Nós optamos pelo Richard. É um jogador que faz uma função que, infelizmente, a gente tem que passar os dados para a torcida. É um jogador que consegue fazer funções que outro atacante não consegue. Não adianta a gente também colocar atacantes com características diferentes e sobrecarregar o setor defensivo. É claro que a gente torce para todo mundo. É um garoto que se entrega, trabalha e foca”, pontuou o treinador pontepretano em entrevista coletiva.
“Então a situação de a gente optar é sempre por uma melhora. Ele faz funções complexas no jogo, é bom relevar isso. É claro que a torcida quer sempre comparar com jogador como, por exemplo, o Moisés, que tem o drible. Ao mesmo tempo, também faz situações até para os jogadores da frente terem um pouco mais de liberdade. Então essa foi a opção e também para a gente não mexer muito na equipe”, completou Kleina.
Sem Léo Naldi, suspenso após ser advertido com o terceiro cartão amarelo, a comissão técnica da Ponte Preta optou pela entrada de Matheus Anjos no meio-campo, titular pela primeira vez nesta edição da Série B do Campeonato Brasileiro.
Assim como Richard, Matheus Anjos também foi criticado por parte da torcida, e o treinador da Macaca explicou a escolha pelo jogador.
“Hoje, optamos por um meia de criação (Matheus Anjos). Nós precisávamos de um jogador cerebral, com arremate de média distância também e a estreia do Matheus (como titular) foi pela semana, pois ele treinou bem. A gente treinou com o Lucas Cândido e o Thalles também, mas o Thalles prefere cair pelo lado direito, onde já temos o Marquinhos. Tínhamos consciência de que iríamos enfrentar um time que marcaria com bloco baixo e tivemos dificuldades para criar. Era um jogo de detalhes e a gente sabia que não teria muitas chances por conta da marcação baixa do Vitória”, ressaltou o técnico da Alvinegra.
Na 15ª posição na tabela de classificação da Série B do Campeonato Brasileiro, a Ponte Preta tem pouco tempo de descanso e já volta a campo nesta terça-feira (2), quando encara o Goiás, quarto colocado, às 21h30, no estádio da Serrinha, em Goiânia.











