De olho nas informações sobre o novo surto de gripe (Influenza) que já afeta grandes cidades, inclusive a capital do Estado e a Grande São Paulo, a Prefeitura de Nova Odessa se prepara para a eventualidade de um aumento na procura pelos serviços de Saúde da cidade. Os mais de 30 leitos pronto-respiratórios da Rede Municipal continuam ativos.
Por determinação do prefeito Cláudio José Schooder, o Leitinho, o secretário de Saúde de Silvio Corsini fez uma visita técnica ao HMNO (Hospital e Maternidade Municipal) e ao “Posto Avançado” na antiga UR (Unidade Respiratória) do Jardim Alvorada. A intenção é acompanhar de perto o movimento em ambos os serviços.
Atualmente, a antiga UR funciona como “extensão” da UBS (Unidade Básica de Saúde) 5, oferecendo atendimentos de rotina à população dos bairros da região Oeste da cidade. Mas toda a estrutura para funcionamento como Unidade Respiratória continua montada. O Posto Avançado conta com 20 leitos de baixa e média complexidade, todos com capacidade de oxigenação através de rede de gases, além de todos os equipamentos e salas necessários para uma eventual retomada como Unidade Respiratória.
O mesmo vale para a “Ala Respiratória” do próprio HMNO, que tem 11 leitos prontos e que pode ser utilizada a qualquer momento novamente como unidade de apoio para pacientes com sintomas respiratórios de baixa e média complexidade.
De acordo com o diretor do Hospital, o médico Lucas Bento, o número de atendimentos nos últimos dias aumentou, mas para gripe comum. “Recentemente, vem aumentando o número de pacientes com síndrome gripal procurando por atendimento, e em Nova Odessa não é diferente. Apesar de os números não serem altos, houve sim um crescimento perceptível na quantidade de pessoas com sintomas gripais procurando os nossos serviços”, explicou.
Segundo o médico emergencista, é possível que esses novos casos de gripe tenham aumentado em plena Primavera e início do Verão por causa do final de ano, período de festas e maior aglomeração. “Mas graças a Deus os números de casos de Covid-19 não têm aumentado e a média vem se mantendo baixa”, salientou.











