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Home Colunistas

Os ecos das mulheres negras estampadas nas portas de uma escola – por Kátia Camargo

No retorno às aulas, estudantes da EMEF Maria de Fátima Faria Área vão se deparar com a força e o legado de grandes mulheres ao entrar sala de aula

Kátia Camargo Por Kátia Camargo
19 de julho de 2024
em Colunistas
Tempo de leitura: 3 mins
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Os ecos das mulheres negras estampadas nas portas de uma escola – por Kátia Camargo

Rostos de mulheres negras inspiradoras, que fazem ou fizeram a diferença no mundo, foram pintados em portas de escola de Campinas - Fotos: Divulgação/Fundação Educar

Imagine voltar das férias escolares e, ao chegar à porta da sua sala de aula, ser recebido por rostos de mulheres negras inspiradoras, que fazem ou fizeram a diferença no mundo, em diversas áreas de atuação e profissões. Mulheres que se tornaram referências de vida para muitas pessoas.

Essa é a nova realidade que os alunos da EMEF Maria de Fátima Faria Área, no Jardim das Bandeiras, em Campinas, vão encontrar quando retornarem das férias escolares de julho.

Foram os estudantes que escolheram quem seriam as protagonistas que estariam presentes nas portas. Muito além do rosto estampado, eles mergulharam na vida de cada uma delas.

 

O projeto de trazer os rostos femininos de mulheres negras fez parte do Oásis Educar 2024, promovido por jovens da Academia Educar, da Fundação Educar. Em junho, os alunos e voluntários se reuniram em um mutirão para colorir a escola e agora o projeto foi finalizado por três artistas plásticos: Azevê (Fábio Azevedo), instagram: @azeve.art; Arroz (Lucas Arroz), instagram: @lucas_arroz e Nay (Nayara Gomez), instagram naiaragomes.art.

 

Quem são as mulheres e o que elas fazem?

Na música, a escolhida foi a cantora Alcione, uma das mais notórias sambistas do país. Na comunicação, o destaque ficou por conta da jornalista Glória Maria, que, entre tantas contribuições, apresentou o Globo Repórter e protagonizou matérias inspiradoras para o jornalismo brasileiro. Nas artes, a escolhida foi a multiartista, ou ‘cantriz’, como gosta de se autodeterminar, Zezé Motta. No esporte, a escolha foi a jogadora de vôlei Fernanda Garay, que esteve presente na conquista do ouro na Olimpíada de Londres em 2012 e da prata nos Jogos de Tóquio em 2021.


Nas ciências, a escolhida foi a biomédica e pesquisadora Jaqueline Goes, reconhecida internacionalmente por coordenar o mapeamento do genoma da Covid-19. Neste ano, ela foi nomeada embaixadora da Ciência no Brasil. Já a professora, escritora e ativista Lélia Gonzalez foi uma das principais intelectuais do feminismo negro no Brasil.

A filósofa Djamila Ribeiro se tornou uma das principais vozes atuais quando se fala no combate ao racismo, autora de livros como Pequeno Manual Antirracista e O que é Lugar de Fala? e a escritora Carolina Maria de Jesus, que, apesar de ter apenas dois anos de estudo formal, é considerada uma das mais importantes escritoras negras da literatura brasileira, tendo ficado nacionalmente conhecida em 1960 após a publicação do seu livro Quarto de Despejo.

 

O que é o Oásis Educar?

O Oásis Educar é um projeto da Fundação Educar, inspirado na metodologia do Instituto Elos Brasil. Todos os anos, os jovens da Academia Educar selecionam uma escola pública para transformar. Após a escolha da instituição por meio de uma votação, os jovens visitam a escola selecionada, reconhecem suas belezas e ouvem a comunidade escolar para identificar os sonhos para aquele espaço. Com os sonhos coletados, os jovens classificam o que é possível realizar e buscam recursos e doações para viabilizar a transformação. Antes de colocar a mão na massa, os jovens aprendem e discutem sobre o tema da transformação.

 

 

A tecnologia social do projeto, portanto, envolve cinco passos principais: reconhecer belezas, descobrir sonhos comuns, conhecer talentos locais, buscar recursos e colocar a mão na massa. Dessa forma, o Oásis Educar mobiliza todos para sonhar e concretizar a transformação do espaço físico da escola. Desde 2009, o projeto já transformou mais de 100 escolas e comunidades em Campinas e Patrocínio/MG.

A iniciativa mobiliza jovens participantes da Academia Educar, alunos e equipe da escola, familiares e voluntários, promovendo cidadania e protagonismo. No fim, todo o processo baseia-se nos princípios educacionais de aprender a ser, aprender a conviver, aprender a aprender e aprender a fazer.

 

Kátia Camargo é jornalista e selecionou um trecho do livro Pequeno Manual Antirracista, de Djamila Ribeiro que diz: “Devemos aprender com a história do feminismo negro, que nos ensina a nomear as opressões, já que não podemos combater o que não tem nome. Dessa forma reconhecer o racismo é a melhor forma de combatê-lo.”

 

 

Tags: caçadora de boas históriasCampinascolunistasEducaçãoescolaFundação EducarHora CampinasinclusãoKatia Camargoprojeto oásisracismotolerância
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Kátia Camargo

Kátia Camargo

Caçadora de Boas Histórias

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