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Home Colunistas

Ser dispensável – por Thiago Pontes

Thiago Pontes Por Thiago Pontes
27 de maio de 2025
em Colunistas
Tempo de leitura: 3 mins
A A
Ser dispensável – por Thiago Pontes

Foto: Freepik

Você já percebeu uma pessoa dispensável? E poderia me perguntar: “Mas Dr. Thiago Pontes, o senhor poderia me explicar melhor isso?”, e eu te respondo com uma frase do personagem Rambo, filme protagonizado pelo astro de Hollywood, Sylvester Stallone onde esse personagem desabafa nesse viés dizendo: “Sabe… Ando percebendo que sou uma pessoa completamente dispensável, seria como ser convidado para uma festa e que se eu não puder comparecer nela por algum motivo, tanto faz… Tanto faz!”.

É sobre isso, sobre esse sentimento que por vezes nos domina ao longo do tempo, das relações sociais que mantemos e dos ambientes que andamos frequentando nos últimos tempos. Você aceita refletir junto a mim? Que bom, pois saiba que sendo assim, você aí não é uma pessoa dispensável, muito pelo contrário, escrevo pensando em sua companhia, preciso de você! Vamos à ela.

Ouvi dizer que nós humanos somos vistos e idolatrados por nossa utilidade. É através dela que somos respeitados, admirados, idolatrados, nos mais diversos níveis ao longo do tempo, principalmente se temos a facilidade de plantar e de colher resultados.

Com todo esse emaranhado de comportamentos, envolvendo utilidade e resultados, me parece que somos, por tanto, indispensáveis, mas que, uma vez, dada as contingências da vida, como imprevistos ou posturas atreladas a não mais buscar ser aceito pela sociedade, assumindo uma personalidade própria, melhor dizendo, criando essa personalidade única, singular, passamos a não mais agradar, passamos a perder o respeito e se viermos a parar de proporcionar utilidade aos que apenas nos toleram, ocorrerá assim nossa dispensa.

Quando os adolescentes fazem dezoito anos eles se apresentam à junta militar, obrigatoriamente, ou desejando ingressar ou esperando a dispensa. Ser dispensado do serviço e do exercício de servir a nação no exército brasileiro é sinônimo de que, naquele momento eles não precisam de você, de que eles não precisam da sua utilidade.

Assim também se dá em entrevistas de emprego, uma vez que analisam seu currículo, testes comportamentais e percebem que você não terá nada a agregar em seu cargo e ambiente de trabalho, sendo assim você é dispensado no decorrer do processo seletivo pela vaga de emprego. Isso também pode ocorrer, de maneira informal, em relações amorosas entre casais, um dispensando o outro pela inutilidade do mesmo.

Ser dispensado passa por não mais desejar, não mais ter importância, não mais ser relevante, não mais ser notado, não mais fazer diferença na vida do outro, nas mais diversas relações.

Isso pode ser encarado como livramento, algo do tipo: “Quem perdeu foi o outro!” e pode gerar assim uma autoconfiança maior, elevando o nível de singularidade de virtudes, valores e habilidades, se enxergando como uma pessoa madura que não necessita agradar a todos, se diminuir para caber em alguma situação, cargo e/ ou relação social. Ao longo do tempo isso pode curar feridas de menosprezo que em nós foram feitas, as quais fomos vítimas anteriormente e que ao longo do tempo, nos fez mais fortes, proposta do filósofo alemão Nietzsche, ou pode ocorrer o contrário, uma vez que dia pós dia, vamos sendo dispensado nas mais diversas relações sociais e se não utilizarmos da razão, podemos assim cair em uma suposta “armadilha emocional” que nos sugere ser pessoas ruins, dispensáveis, inúteis que não tem nada a oferecer para agregar no contexto inserido ali.

Nessa análise pessoal inseridos no tempo, é possível não só perceber o quão ações feitas por nós, mas principalmente, situações às quais nós estamos inseridos contra nossa vontade, que impactam nossa vida, primeiramente no aspecto inconsciente e emocional e por seguinte em nossos resultados cotidianos, interferindo nas mais distintas relações sociais que venhamos a ter dali em diante.

A pergunta que lhe deixo aqui, nesse contexto de ferida emocional e suas cicatrizes é: “ O tempo cura?”,. Reitero o contexto do questionamento, uma vez que o fato é inquestionável, mas a gestão do seu impacto acaba que sendo individual, mesmo com “amigos”, colegas, familiares tentando lhe apoiar, lhe fortalecer, lhe incentivar…

Será que ao longo do tempo você se percebe independente da aprovação social e do julgamento deles sobre você e sua utilidade, sem necessitar da aceitação e/ ou dispensa deles? Ou estaria você sendo refém emocional de tal aprovação, o que paulatinamente pode vir a comprometer sua saúde emocional, seus resultados, suas relações, lhe tornando uma pessoa inútil socialmente e assim, dispensável, esquecida, irrelevante ao longo do tempo? Fique com essa reflexão e obrigado por chegar até aqui nessa leitura em teor de reflexão filosófica e psicanalítica.

 

Thiago Pontes Thiago Pontes é Filósofo, Psicanalista e Neurolinguísta (PNL) – Instagram @institutopontes_oficial

 

 

Tags: autoconhecimentocolunistascomportamentoHora Campinasisolamento socialpsicanáliserelacionamentosaúde mentalThiago Pontes
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