Os alviverdes Goiás e Guarani estão em situações opostas na Série B, mas também ligados a algumas semelhanças. A principal delas é que ambos precisam da vitória no duelo que vão travar sábado (2), às 17h, em Goiânia, pela 35ª rodada para que suas metas na Série B não se reduzam a praticamente 0%. Restam quatro rodadas para o fim do campeonato.
Na lanterna, com 31 pontos, o Guarani está virtualmente rebaixado, mas ainda respira e faz o seu papel de acreditar numa reviravolta enquanto houver chances matemáticas. Já o Goiás está na 8ª colocação e ainda sonha com o acesso, mas, a exemplo do time de Campinas, também tem possibilidades remotas de atingir o objetivo. São 51 pontos na tabela, a oito do G4.
Uma outra semelhança é que ambos enfrentaram recentemente seus principais rivais.
Por outro lado, os resultados foram diferentes, assim como a sequência pós-clássico. O Goiás perdeu do Vila Nova por 1 a 0 e depois fez quatro partidas, com empate no confronto direto com o América-MG (2 a 2) e três vitórias consecutivas sobre Amazonas (1 a 0), Chapecoense (4 a 0) e Operário (3 a 0). O Guarani, por sua vez, ganhou da Ponte Preta pelo mesmo placar, só que sucumbiu em seguida, com derrotas para o Sport (4 a 0) e Novorizontino (2 a 0).

Um ponto em comum é que ambos têm entre seus profissionais integrantes da mesma família.
Uma das últimas contratações do Guarani na janela de setembro, o zagueiro Matheus Mancini é filho de Vagner Mancini técnico do Goiás. A diferença é que, enquanto Vagner se impõe como figura central no cenário atual do clube goiano, seu filho nem para o banco bugrino é relacionado.
Retrospecto
À parte das diferenças e semelhanças dos dois clubes nesta Série B, está o retrospecto do confronto. O Goiás é uma verdadeira pedra no sapato do Guarani. Em Goiânia, o Bugre só ganhou do adversário três vezes em 18 jogos. E a última vitória como visitante foi há 22 anos.
No retrospecto geral, incluindo as partidas no Brinco de Ouro, a vantagem goiana também é expressiva, com 15 vitórias, 11 derrotas e 13 empates em 39 confrontos, com 53 gols marcados e 41 sofridos. O duelo deste sábado será o 40º da história.











