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Home Colunistas

Isso não foi só uma coluna! – por Jonas Santos

Retrato das Juventudes Por Retrato das Juventudes
12 de janeiro de 2023
em Colunistas
Tempo de leitura: 6 mins
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Isso não foi só uma coluna! – por Jonas Santos

Foto: Freepik

Eu pisquei e de repente já é Janeiro de 2023! O ano novo chegou após um 2022 bastante intenso nessa vida aqui.

Dentre as diversas coisas boas que me aconteceram, me vi, em 30 de dezembro de 2021 assumindo oficialmente a responsa de ser um colunista com todos os medos e anseios que compartilhei no primeiro texto – se você não leu, te convido a lê-lo clicando aqui.

Quando aceitei o convite, a ideia era que o projeto durasse 1 ano. Então, este é oficialmente o meu último texto aqui na coluna Retratos da Juventude. E parece que escrevê-lo é ainda mais difícil, sabia?!

Difícil porque eu fiquei mapeando uma série de temas que poderia falar e de coisas que me aconteceram neste último ano e que não cheguei a compartilhar por aqui em forma de coluna: terminei uma série de 9 meses de assessoria individual com um grupo de 30 executivos, fiz uma viagem internacional, fiz um Aquathlon (uma prova que mistura natação e corrida), reencontrei um professor de faculdade que não via há anos, ouvi de uma pessoa muito querida que eu era o melhor amigo dela.

Chorei com medo de não dar conta das coisas do trabalho ou por ter decepcionado pessoas que respeito, senti o distanciamento de familiares e amigos, achei que não ia dar conta das entregas profissionais, tive uma temporada de ficar doente; teve o Natal, o Ano Novo, o recesso profissional, os momentos com sensações de grande preenchimento interno e também momentos de grande vazio. Cada um destes temas poderiam ser uma pauta para trocar aqui e compartilhar reflexões de como fui afetado.

 

Mas não poderia terminar de um jeito que não fosse olhando para esta experiência de ser colunista e como mexeu comigo. Foi um aprendizado gigante e um mergulho, de fato, nas minhas vulnerabilidades – como eu imaginei que seria. Sem dúvidas, não foi só uma coluna!

 

Desde o começo, me propus a trazer coisas que aconteciam na minha vida e que me geraram emoções de todos os tipos. Confesso que tinha receio de como esses temas e a minha forma de escrita poderiam chegar nas pessoas.

Infelizmente, não consegui saber como reverberou nas milhares de pessoas que leram os artigos ao longo do ano, mas já foi extremamente gratificante saber que pessoas acompanhavam assiduamente, compartilhavam não só em suas redes, mas, também, em conversas familiares e dentre amigos.

Que as temáticas que me afetaram também afetavam quem lia, hora inspirando, hora emocionando, hora arrancando sorrisos, suspiros reflexivos ou dúvidas.

Posso afirmar que não foi só uma coluna, pois ser colunista me ajudou a me apropriar mais um pouquinho de quem eu sou, ampliando a clareza e o meu autoconhecimento. Precisei refletir sobre a trajetória que consegui trilhar até aqui, incluindo todos os erros e acertos vividos.

 

Foi extremamente gratificante notar que, apesar de várias vezes eu mesmo duvidar, já tem algo aqui construído ao longo dessa juventude que gera ondas positivas e de ampliação da consciência para os indivíduos com quem me conecto.

 

Não foi só uma coluna pois, a experiência me solicitou praticar ainda mais a minha organização (que confesso, não é o meu maior ponto forte na vida). Me ajudou a identificar lacunas neste tema e me convidou a me disciplinar ainda mais. A falar alguns nãos para conseguir me manter comprometido com a entrega e brigar diretamente com alguns finais de semana que eu só queria ficar no sofá, mas era dia de escrever. Isso, sem dúvidas, contribuiu para que pudesse me tornar um cara mais disciplinado para os desafios que ainda virão e me deixar ainda mais forte para os dias em que a preguiça quiser me tirar do rumo dos meus objetivos.

Não foi só uma coluna pois, a experiência me requisitou fazer exercícios constantes para achar a dose entre admiração e medo de não ser tão bom quanto as meninas que dividiram este espaço comigo.

A cada texto da Majori Silva, da Rafaela Negretti e da Rafaela Obrownick que me antecediam, eu me deparava com um misto de admiração e frio na barriga, pensando: “Caraca! Que texto legal de ler… Como é que eu mantenho esse sarrafo tão alto?” Ir entendendo que os textos delas só eram tão bons porque vieram de coisas que mexiam com elas internamente, foi um fator fundamental para que conseguisse ir escrevendo os meus textos, com respeito a mim e ao meu jeito. Muito obrigado, meninas. Admiro vocês e sou grato por termos dividido essa coluna.

Não foi só uma coluna pois, esse período me convidou a reacender essa chama da escrita – que, meus amigos, não é fácil. Meus parabéns para quem escolheu viver disso e que escreve constantemente com clareza e prendendo a atenção do público. É desafiador achar a lógica mais adequada, as palavras que não levem aos extremos e buscar fazer sentido com as “maluquices” que mal fazem sentido ou tem explicação dentro das nossas próprias cabeças, transformando isso em uma coluna/texto/livro. Só aumentou a minha admiração a todos os profissionais sérios desta área.

 

E o olhar para garantir que as palavras estavam escritas certas, que as frases estavam bem coladas para públicos diversos e que não era mais do mesmo? Foi uma batalha de muitos escreve texto – apaga texto. Era preciso um constante olhar para os detalhes.

 

E depois de ficar horas na frente do Word, às vezes você já não percebe mais esses detalhes e erros. Felizmente, tive a sorte de ter a Natália, minha esposa, como a primeira revisora e crítica de tudo que escrevi. Ela foi uma crítica carinhosa e verdadeira ao longo de todos os meses e isso aumentou um pouco mais essa nossa parceria construída até aqui, o que reforça que não foi só uma coluna.

Tive Kátia Camargo como mentora e segunda revisora (leiam as colunas dela que são uma dose de olhar atento para boas histórias deste mundo que ela traduz muito bem textos). Foi ela a responsável por nos estimular, dar dicas e sempre levar um abraço em forma de palavras em cada feedback após ler nossos textos. Por fim, havia a Jô Basso que olhava pela terceira vez e sempre foi muito solícita para as minhas observações, apesar de somente nos conhecermos por meio dos textos.

Às vezes passou alguma coisa? Passou! E é mais uma prova de que não foi só uma coluna. Foi mais uma sinalização da vida nos ensinando que, mesmo cuidando de muitos elementos, dificilmente será tudo perfeitinho. E eu que lute com isso e com o meu desejo de acertar sempre (rs)!

 

No fim das contas, foi um baita trabalho em equipe, que me ressalta ainda mais o quanto juntos podemos fazer coisas que, às vezes, nem imaginamos. Valorizar e reconhecer essas parcerias ao longo do nosso dia a dia é importante e, muitas vezes, deixamos passar. E, eu não queria deixar passar essa oportunidade de agradecer a todos que diretamente fizeram este um ano dar certo – pois é, eu acho que deu certo! Rs.

 

O meu muito obrigado ao Marcelo Pereira e que, através dele chegue o meu abraço a toda a equipe do Hora Campinas que direta ou indiretamente me ajudou a ser um colunista ao longo deste ano, abrindo o espaço e confiando nas minhas palavras. O meu muito obrigado à Cristiane Stefanelli, e a todo time da Fundação Educar DPaschoal, que lembrou de mim e me considerou como alguém que tinha algo para compartilhar com o mundo, me incentivando sempre a ser um incomodado! O trabalho da Cris e da Educar é incrível e serei um alumni eternamente grato.

E, principalmente, o meu muito obrigado a você que está lendo este texto e cada um que escolheu me acompanhar ao longo deste tempo. Me sinto um cara de sorte por ter tido a oportunidade de escrever por aqui e, ainda mais, por você ter escolhido dividir parte da sua vida dando atenção às minhas palavras. Tempo é vida e eu valorizo muito isso.

 

Que a minha gratidão chegue à cada um em forma de muitos sorrisos e reflexões leves, além do lembrete de que: idade é um número, que não lhe impede aproveitar a juventude dentro de você, para sempre!

 

Por aqui, levo o orgulho e a certeza de que estes Retratos feitos ao longo deste período me ‘complexificaram’ e me tornaram um ser humano melhor, consolidando mais um degrau de uma jornada com muitos outros retratos e desafios que virão.

Obrigado e a gente se vê/se lê/se fala por aí.

 

Jonas Santos mora em Campinas desde os 7 anos e acredita que por meio da educação pode melhorar o mundo dele e dos outros

Tags: autoconhecimentocaminhoscolunistasescolhasHora Campinasjonas santosjovensRetratos da Juventudevida
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